quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Atendimento as escolas em 2013


Palestra para professores do Fundamental II e Ensino Médio - janeiro 2014



Grupo de docentes e coordenação - Guarulhos


Encontro de pais do Fundamental II e Ensino Médio - Angra dos Reis


Assessoria Pedagógica com equipe Diretiva - Zona Leste


Curso de aperfeiçoamento para professoras da Educação Infantil - Zona Leste


Palestra sobre "Dicas de Estudo" - alunos do Fundamental II - interior de São Paulo


Oficina da Leitura e da Matemática - Alfenas - Minas Gerais


Palestra para pais  e foto com equipe Diretiva


Assessoria com equipe Diretiva - Zona Leste


Palestra para pais- Educação Infantil



Curso para professores da Prefeitura- interior de São Paulo



Curso para professoras do Fundamental I e Educação Infantil


Curso de aperfeiçoamento para professores do Fundamental II e Ensino Médio - Pirituba


Curso para professores no Nordeste


Encontro com pais - palestra


Curso de aperfeiçoamento com professores em Belo Horizonte



Curso de aperfeiçoamento para professoras da Educação Infantil e Fundamental I - Zona Leste


Curso de aperfeiçoamento para professores do Fundamental II e Ensino Médio - Jundiaí


Reencontro com ex-aluna. Atual diretora de uma EMEI


Curso de aperfeiçoamento com professores do Fundamental II e Ensino Médio  Rio de Janeiro


Curso de aperfeiçoamento com professores do Fundamental II e Ensino Médio  Nordeste - Salvador


Curso de aperfeiçoamento para professores do Fundamental II e Ensino Médio

Assessoria Pedagógica - Direção


Fotos tiradas por participantes da palestra em São José do Rio Preto - 2012




segunda-feira, 25 de junho de 2012

A catedral



A catedral.

                   Uma catedral magnífica estava sendo erguida. Já se elevava acima das estruturas de todo o país e não tinha sequer atingido a metade da altura planejada, Nemo coberto um quarto do terreno à ela destinado. Os incomparáveis afrescos, os maravilhosos vitrais, os elaborados entalhes – eram ainda idéias na cabeça do arquiteto e da equipe de mestres artesãos por ele montada.
                   Quando o arquiteto caminhava pela estrada poeirenta  para ir inspecionar o andamento de sua criação, passou por três homens labutando sob o escaldante sol do meio-dia. Os três eram jovens na flor da idade. Os três faziam a mesma tarefa. Uma tarefa penosa, árdua. Cada um pegava um bloco de pedra, colocava-o sobre uma grande pedra chata e batia nele com uma marreta até que ele se quebrasse. A cada um ele fez a mesma pergunta: “O que você está fazendo, meu jovem, e por que o faz?”
                   O primeiro homem respondeu: “Você não vê o que estou fazendo? Estou quebrando pedras, e o faço porque recebo meu pêni por dia”.
                   O segundo homem respondeu: “Estou fazendo as pequenas pedras que serão usadas nas paredes daquela construção ali, e o faço para alimentar a minha família”.
                   O terceiro homem respondeu: “Estou ajudando a construir aquela maravilhosa catedral ali. Quando ela ficar pronta, virá gente de muitos países para admirar suas maravilhas. E o faço para aprender, porque, verdade seja dita, posso ganhar um ordenado melhor, com menos esforço, trabalhando como aprendiz”.
                   Num impulso, o arquiteto chamou seu assistente e lhe pediu que acompanhasse a vida de cada um daqueles três homens ao longo dos anos.
                   Quatro décadas depois, o primeiro homem tinha morrido. Ele permanecera operário braçal, trabalhando por dia em tarefas ainda mais vis quando perdeu a força física.  Segundo homem se aposentará com modesto conforto. Ele acabará se tornando um artesão e adquiria a reputação de um trabalhador confiável, embora pouco criativo.
                   O terceiro homem? O arquiteto não precisou perguntar a seu respeito. Sua fama continuava a crescer, e os maravilhosos edifícios que concebera povoavam a região.            

domingo, 22 de abril de 2012

O Livre arbítrio, baseado no filme “Agentes do destino”.

O Livre arbítrio, baseado no filme “Agentes do destino”.



- “O que houve com o livre arbítrio?” Questiona David, personagem de Matt Damon.

- “Já tentamos o livre arbítrio antes. Depois de os levarmos da idade da pedra, da caça e da coleta às alturas do Império Romano. Nos afastamos, para ver como se virariam sozinhos. Ganhamos a Era das Trevas por cinco séculos até decidirmos intervir e já era hora de voltar. O ‘cabeça’ decidiu que deveríamos nos esforçar mais ensinando vocês a andar de bicicleta antes de tirar as rodinhas laterais. Assim, demos a vocês o Renascimento, o Iluminismo, a Revolução Científica. Durante 600 anos os ensinamos a controlar seus impulsos usando a razão. Então em 1910, nos afastamos novamente. Nos 50 anos seguintes, nos trouxeram a 1ª Guerra Mundial, a Depressão, o Fascismo, o Holocausto, culminando no fato de colocarem o planeta inteiro à beira da destruição e linear durante a crise dos mísseis cubanos. Naquela hora foi decidido que deveríamos interceder de novo antes que fizessem algo em que nem nós pudéssemos dar jeito. Você não tem livre arbítrio. Tem apenas o aparente livre arbítrio”, responde ‘o cara’.

- “Não acredito nisso, pois tomo decisões todos os dias”, retruca David.

- “Você pode decidir que pasta de dente usar, o que beberá ou comerá no almoço, mas a humanidade não tem maturidade para controlar o que é importante”, alerta ‘o cara’.

- “Então, o que sei é que vocês cuidam do que é importante. Até onde sei, o mundo é um caos”, replica David.

- “Mas, inteiro. Se ficasse em suas mãos, não estaria”, responde ‘o cara’.

Nesse final de semana, assisti ao filme “Os agentes do destino” o qual escolhi aleatoriamente entre tantos. Seguindo a suposição de que bons atores fazem bons filmes, tirei esse entre tantos outros. Tive o privilégio de ouvir e destacar para todos, um dos diálogos mais significativos dentro de um filme. A produção ‘americanizada’ em si, foi enigmática, como tantas outras. Porém, coube uma dose do repensar se podemos intervir e escolher nossos próprios caminhos.


Um filme que retrata um romance, mas que circunstâncias misteriosas e esforços ocultos tentam atrapalhar. Quase no final do filme, surge ‘o cara’, o qual pode ser interpretado como um anjo, um ser místico ou um ‘agente do destino’ que dialoga com Matt Damon. Em particular, considerei esse diálogo interessante e em partes, reflexivo. Por retratar o quanto pode ser ou tornar-se problemático, deixar ‘tudo’ nas mãos do homem. Do ser chamado ‘humano’.           

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Museu da Língua Portuguesa


                   A cidade de São Paulo possui inúmeros locais que valem a pena conhecer e apreciar. Tive o privilégio, nesta Páscoa, de fazer um passeio cultural até o Museu da Língua Portuguesa e conhecer um pouco mais da vida e da obra desse paulistano, filho único, que morou no Brás e no Centro da cidade, José Oswald de Souza Andrade.
                   Logo no 1º andar, somos recebidos por essa tela, a qual retrata muito bem os sentimentos dos brasileiros com relação a língua materna:
 



                   O caderno educativo entregue aos visitantes faz uma bela provocação sobre como seria o perfil desse irreverente, polêmico, boêmio, jornalista, escritor e promotor de artes, nos dias atuais numa dessas redes sociais.
                  
                   Reproduzo abaixo, essa deliciosa brincadeira:
  


                   Pude assistir ao curta metragem sobre a origem da nossa língua e ouvi por vinte minutos trechos das mais variadas poesias que estão vivas e presentes nas cenas do cotidiano, nos sons, gestos, toques, momentos, quando percebemos o mundo. Foi delicioso! Veja abaixo o quanto que os poemas estão presentes e não são ditos, escritos e construídos aleatoriamente:

 



                   Entre tantas menções, gostaria de compartilhar com vocês um trecho da poesia “Pisca-pisca” de Monteiro Lobato:

Anote algumas sugestões bibliográficas de Oswald de Andrade:
Ø      Dicionário de bolso.
Ø      Primeiro caderno do aluno de poesia de Oswald de Andrade.
Ø      Feira das sextas.
Ø      Um homem sem profissão.
Ø      Ponta de lança.
Ø      Serafim Ponte Grande.




"– A vida, senhor Visconde, é um pisca-pisca. A gente nasce, isto é, começa a piscar. Quem pára de piscar chegou ao fim, morreu. Piscar é abrir e fechar os olhos – viver é isso. É um dorme e acorda, dorme e acorda, até que dorme e não acorda mais [...] A vida das gentes neste mundo, senhor Sabugo, é isso. Um rosário de piscados. Cada pisco é um dia. Pisca e mama, pisca e brinca, pisca e estuda, pisca e ama, pisca e cria filhos, pisca e geme os reumatismos, e por fim pisca pela última vez e morre. – E depois que morre?, perguntou o Visconde. – Depois que morre, vira hipótese. É ou não é?"

terça-feira, 27 de março de 2012

“Significações da vida. Reflexões para Páscoa” por Andréa Rosa.


                   Temos vivido dias tristes, confusos, preocupados, corridos, e não percebemos os reais valores que nos acompanham. Enquanto adultos, vivemos momentos conturbados, em que sentimentos se misturam, e sempre nos vemos amargurados ou angustiados com algo. Precisamos constantemente resolver algo, repensar alguma coisa que aconteceu e acharmos culpados para o que não queremos enxergar e então, cobramo-nos pelas atitudes que tivemos e que não foram aceitas, ou bem vistas pelos outros.

                   Fica ainda pior quando refletimos toda essa insegurança ou frustração pessoal em nossas crianças e adolescentes. Sem percebermos, fazemos com que eles mesmos se envolvam em nossos problemas ou que tenham reações inesperadas. Sem nos darmos conta da situação e do que tem causado tanto cansaço emocional em nós adultos, respondemos de forma grosseira para os filhos e produzimos neles uma imensidão de possibilidades negativas em reagir contra outros que venham incomodá-los. Dessa forma, não notamos, mas nossos adolescentes estão ficando sem paciência, sem refletir sobre suas ações e cansados da forma como eles mesmos se tratam. As relações entre eles têm se desgastado e percebo cada vez mais no ar uma resposta natural de “não estou nem aí para seus problemas” afinal, para eles, seus problemas são sempre maiores e insolúveis.

                   Durante as orientações educacionais que faço numa tentativa de fazer com que percebam o outro, eles desabafam, dizendo “meu amigo foi grosseiro comigo” ou “não aguento mais a forma como falam comigo”. Por mais que procure ponderar a situação e ouvir os dois lados nessa relação amigo com amigo ou amigo com colegas de classe, cada vez menos um deles consegue perceber que o outro também possui sentimentos, e nem sempre a verdade que ele pronuncia é real. No último dia 14 de abril, de 2011, muitos adolescentes lançaram a ideia do “Dia do Abraço”, fato que me chamou muito a atenção. Mesmo sabendo que o “Dia Internacional do Abraço” seja 22 de maio, acredito que necessitavam demonstrar sentimentos mais nobres, interessantes e afetivos. Visualizei um grande movimento de amigos que se abraçavam. Algumas tentativas de abraçar chamaram-me a atenção, pois não foram tão receptivas quanto esperadas, já que algumas aproximações não eram bem-vindas.

                   Será que, se todas as famílias preparassem seus filhos para serem mais receptivos, amorosos, respeitadores e humildes de coração, não teríamos tido resultados mais positivos? Talvez fossem mais espontâneos, e mesmo que alguns não quisessem participar desse movimento, teriam sido gentis ou delicados em dizer não. Por que participar das famosas “ovadas” é tão mais significativo e emocionante? Por que é mais interessante fazer com que seu colega sinta-se constrangido? O mais inaceitável acontece quando alguns pais auxiliam seus filhos a comprarem os ovos para que estes ajudem no constrangimento de outros. Com certeza pensam: “se aconteceu com o meu, qual o problema?” Não está no momento de refletirmos juntos sobre atitudes tão simples, mas que fazem (ou farão) uma diferença marcante na vida de nossos adolescentes?

                   Será muito bom usarmos esse momento especial da Páscoa para termos um ótimo recomeço; pararmos por alguns instantes, nessa data tão festiva, tão marcante para muitas famílias - seja evangélica, católica, espírita ou de qualquer outra concepção religiosa - por um momento de união familiar.  Não importa o motivo dessa ação; nesse momento da Páscoa, quando são enaltecidos valores consumistas e financeiros, poderíamos desviar um pouco esse foco e procurarmos uma forma de agradecer a saúde que temos, a família a qual pertencemos, a força para trabalharmos e levantarmos todos os dias, as verdadeiras amizades que conquistamos e o amor que nos une.

                   Talvez alguns considerem “piegas” tais sentimentos e formas de agradecimento, mas tenho certeza de que fará uma diferença significativa para o adolescente que possuímos em casa. Daqui há alguns anos ele poderá nem se lembrar do chocolate que ganhou nessa data, muito menos das broncas que ele recebeu sobre as notas, nem os castigos que lhe foram aplicados, muito menos o “menu” que foi servido; mas certamente, lembrar-se-á com nitidez do momento em que seus responsáveis pediram, por um minuto, a palavra no almoço ou no jantar, para darem as mãos e agradecerem por estarem juntos e respeitando-se mutuamente. Será uma forma de fazermos com que nossos filhos cresçam num ambiente familiar mais sólido, amoroso e cheio de ações positivas sobre os outros.

                   No futuro dirão “lembro-me como se fosse hoje, que paramos, por um momento, demos as mãos e dissemos o quanto valia a pena fazer parte dessa família. Isso me ajudou a tornar-me um adulto melhor”.     


FELIZ PÁSCOA!     COM CARINHO.

ANDRÉA ROSA. 

quinta-feira, 22 de março de 2012

22 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DA ÁGUA NOSSO BEM MAIS PRECIOSO.




      O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU em 1992, tendo vigor em 1993. Um dia destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural. A ONU também divulgou um importante documento, a “Declaração Universal dos Direitos da Água”. Todo ano, é criado o tema gerador da campanha, para 2012, será “Água e a segurança alimentar”.   

      Para festejar a data e conscientizar a população sobre a importância de economizar o recurso natural, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) deve realizar ações com todas as idades. Em São Paulo, o dia deve ser marcado por sessões de cinema, caminhadas, rapel, jogos infantis, exposições, peças de teatro interativo e coleta de óleo de cozinha para reciclagem. Os eventos são gratuitos e estarão espalhados por parques, praças e shoppings da capital e Grande São Paulo até o dia 1º de abril.
                     
      Veja abaixo algumas sugestões de passeios em homenagem ao Dia mundial da Água:

1. Um dos passeios que vale a pena ver é a exposição do “Diamante de gelo gigante” na estação de metrô Butantã. O diamante tem 1,70m de altura por 1,60m de largura e diz na sua base 'Dê à água o valor que ela tem' criação de Lew'Lara. O diamante de gelo fica exposto na estação até sábado - todos os 2.200 litros de água da escultura serão posteriormente reutilizados pela Sabesp.

2. Exposição Tietê – o maior programa de saneamento do Brasil. Conheça a história do maior programa de saneamento do Brasil e saiba como cada morador pode ajudar nesse processo. Até 26 de março, das 4h às 24h (horário de funcionamento da estação), na estação Luz da CPTM.

3. Exposição “Água: um Bem Precioso”. Mostra conta a busca do homem pela água potável, desde a captação até a chegada nas casas.
      Até 1º de abril, durante o horário de funcionamento do shopping Frei Caneca, na rua Frei Caneca, 569, Centro.

4. Exposição Planeta Água, um Mundo Sustentável. Uma peça de teatro ao ar livre para ensinar a crianças e adultos como é viver de forma sustentável. Entrada gratuita. Dias 22 e 23 de março, às 10h30 e às 15h; 24 e 25 de março, às 16h.
      Praça Victor Civita, rua Sumidouro, 580, Pinheiros.


CURIOSIDADE: Empresa transforma água do mar em água potável.



“Uma das grandes preocupações do homem é que um dia a água potável acabe. Mas uma empresa de Bertioga (SP), a Aquamais, tem uma solução para o problema: transformar a água do mar em água potável. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1,5 bilhão de pessoas no mundo já sofrem com a falta de água. Se o consumo continuar no ritmo atual em menos de 20 anos o problema poderá atingir 3 bilhões de pessoas. Por isso, o esforço para encontrar outras formas de obter água potável se faz necessário. O processo de dessalinização não é novidade. No Oriente Médio, onde a água doce é escassa, o método vem sendo usado há décadas. A diferença é que o Brasil não só transformou água do mar em água potável como também inovou o processo, engarrafando e comercializando o produto. A captação da água é feita em alto mar. Quanto mais o barco se afasta da costa, mais limpa a água é, facilitando o processo de purificação. Depois da coleta, o sal é separado da água através da técnica de osmose reversa. O produto final contém cerca de 60 minerais, muito mais que os 12 encontrados na água comum. Hoje, o maior destino das garrafas de água Aquamais é os EUA. De cada 10 garrafas, 7 vão para lá. No Brasil, a empresa comercializa os seus produtos em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e em alguns estados do Sul. Em 2012, a ideia é expandir os negócios, levando a produção para o nordeste. Ficou com vontade de experimentar? Então acesse o site da Aquamais e descubra as distribuidoras da sua cidade!”


 Veja abaixo algumas dicas para economizar água: