terça-feira, 30 de maio de 2017

O presente da Educação por Max Franco.

O presente da Educação – Tendências que deixaram de ser tendências e se tornaram realidade. Por Max Franco. 

São dez passos estratégicos que cada escola deve, caso ainda não tenha feito, implantar:


  1. Formação humana: a escola não deve trabalhar apenas “conteúdos” programáticos voltados para vestibulares e para o ENEM, mas também, deve ajudar a família no ensino de valores. O mundo não precisa apenas de bons técnicos. Precisa – e muito – de gente com caráter ético. A escola deve se deter na formação de mentalidades e atitudes, de competências e habilidades comportamentais. A Escola realiza trabalhos voluntários com seus alunos? Há atividades sociais? Se a Educação não for comprometida com a construção de um mundo mais justo e igualitário, quem mais deveria ser?
  1. Ensino híbrido: o aprendizado não deve ocorrer apenas em sala de aula, mas sempre, em todo lugar. A aprendizagem no século XXI não pode prescindir do móbile. Toda escola, portanto, deverá ser uma produtora de conteúdo à distância. Por que não continuar a aula com um vídeo ou um áudio? Por que não pedir tarefas ou realizar avaliações utilizando estes recursos modernos? Cada instituição deve, então, encontrar a plataforma que melhor se adapte às suas necessidades e preparar os seus profissionais para esta verdadeira revolução no ato de ensinar. Eu, por exemplo, já disponibilizei um curso de Storytelling no canvas (inovabs.com.br) e estou muito  satisfeito com o resultado.
  1. A Escola bilíngue: Acho que a tendência até demorou para se popularizar, afinal, desde pequeno que todo mundo escuta que “o inglês de escola” não serve para nada. Pois chegou a hora de servir para tudo, ou, ao menos, para aprender não só inglês mas também outras disciplinas. O bilinguismo veio para ficar. Se a sua escola ainda não entrou nesta, corra. Isto é: run!
  1. Formação continuada: como diz Edgar Morin, “devemos educar os educadores”. Escola que não forma perenemente os seus colaboradores está fadada a ser inferiormente conceituada  no mercado. O professor deveria ser o profissional que mais se atualiza, afinal, o seu “instrumento de trabalho” é a informação.
  1. Neurociência: Depois das extraordinárias descobertas dos últimos anos no campo da neurociência, a sua aplicabilidade não é só importante, mas urgente. Não dá mais para ficar por fora de todos os mecanismos que esta área pode trazer de contribuição para o mundo da Educação.
  1. O curador de conteúdos, o criativo, o comunicador: professor não é mais o detentor do saber. O Google é acessível para todos. Alunos podem aprender mais com youtubers e blogueiros  do que com o professor em sala de aula. Cabe ao profissional, então, selecionar o que deve ser veiculado aos seus aprendizes e escolher a melhor forma de explorá-lo. A concorrência nunca foi tão grande.  O professor deve se valer de muita criatividade e de uma oratória impecável.
  1. A sala de aula moderna: estive em 2014 na Finlândia e conheci muita coisa do seu sistema de ensino que é um dos primeiros elencados no mundo. A colocação anual no PISA da Finlândia, geralmente, fica entre os 3 primeiros lugares. É invejável. Mas como é a sua sala de aula? Super aparelhamento? Lousas digitais, 3D? Laboratórios ultramodernos? Nada disso. A estratégia foi e é outra. Começa com uma mudança enorme centrada no professor. São professores bem pagos, muito bem preparados e comprometidos com a formação integral dos alunos. As ferramentas são dispensáveis? Jamais. Mas o principal está sempre na relação professor–aprendiz. Uma das atitudes que marca pela sua simplicidade é a disposição dos estudantes em classe. Cada modalidade de aula deve definir um posicionamento diferente do alunato.
  1. O tempo de aula: Acredito que a aula de 50 minutos está moribunda. Estudos e mais estudos comprovam que o limiar de foco que um ser humano consegue manter num discurso, atualmente, gira em torno dos 15 minutos. A aula expositiva, aquela do eterno e ininterrupto blá-blá-blá do professor, já caiu da árvore de tão vencida. O professor deve planejar, cada vez mais, uma aula interativa, participativa, envolvente, emocional… Para isto, não falta recurso: debates, fóruns, seminários, jogos, competições, desafios, aula de campo, storytelling, viagens pedagógicas, não importa a tecnologia, desde que engaje. A chave está em conhecer modelos educacionais e planejar bastante.
  1. Inclusão: Não é somente uma questão legal, mas, principalmente, uma questão de humanidade. A escola que não estiver preparada para trabalhar com a Inclusão e para atender às necessidades atuais das famílias não poderá ser chamada de uma “Casa de Educação”. Não é o aluno sem dificuldades que precisa de mais atenção.
  1. Inovação: Por fim, última dica, mas nem por isso, a menos importante. A Escola, neste ponto, deve imitar as grandes corporações e manter um olhar voltado para o futuro. O ideal é que existam grupos e momentos formais destinados a pensar em tendências, em potenciais problemas e nas respectivas soluções. A Escola deve aprender a se antecipar. Tradição é importante no mundo da Educação. Mas estamos habituados, atualmente, a ver escolas tradicionais simplesmente sumirem do mercado. Por quê? Porque não se adaptaram. A vida é um veículo que não espera por ninguém. É importante se olhar para o retrovisor, é claro. Mas, não deixe de olhar à frente. Bem à frente.

Na íntegra: http://www.maxfranco.com.br/artigos/o-presente-da-educacao-tendencias-que-deixaram-de-ser-tendencias-e-se-tornaram-realidade/

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Educador Coach com Diva Silveira.


Conheça todo conteúdo programático trabalhado no curso EDUCADOR COACH para sua escola. Um curso que vai mudar o olhar da equipe e suas práticas. 


http://3acoaching.com.br/index.php/formacao-educador-coach/conteudo-programatico



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domingo, 19 de março de 2017

Novo órgão do corpo humano acaba de ser classificado - Mesentério.



Novo órgão do corpo humano acaba de ser classificado. Todos os livros de anatomia terão que ser atualizados!

Tirando as pesquisas com DNA, até hoje, achávamos que o corpo humano já estava mais do que estudado. Mas pesquisadores acabam de propor uma nova classificação para um órgão que esteve, todo esse tempo, escondido no nosso sistema digestivo. Embora os pesquisadores já conheçam bem a morfologia anatômica do novo órgão, sua função é ainda desconhecida e agora, estudos exaustivos serão elaborados para uma melhor compreensão e tratamento das doenças abdominais e digestivas.
O novo órgão está sendo chamado de MESENTÉRIO, está localizado em nosso sistema digestivo, e antes, da forma como era conhecido, pensava-se em diversas estruturas fragmentadas e separadas. Mas este novo estudo mostrou que o mesentério é realmente um órgão contínuo do corpo humano. Trata-se de uma dobra membranosa que liga os outros órgãos à parede do corpo. “A descrição anatômica que existe há cem anos estava incorreta. O órgão está longe de ser fragmentado. É simplesmente uma estrutura contínua”, diz o pesquisador J. Calving Coffey, do Hospital Universitário Limerick (Irlanda).
Em 2012 Coffey e sua equipe já haviam assinalado através de microscopia detalhada que o mesentério é na verdade um órgão contínuo. Mas só agora, depois de estudos exaustivos, é que a revelação foi feita para toda comunidade médica através de um artigo publicado na revista The Lancet Gastroenterology & Hepatology. Hoje, o mesentério pode ser descrito como uma dobra do peritônio, o revestimento da cavidade abdominal – que sustenta o nosso intestino à parede abdominal, e mantém os órgãos no local correto.
Ainda não se sabe se o mesentério deve ser visto como parte dos sistemas intestinal, vascular, endócrino, cardiovascular ou imunológico, pois tem papéis importantes em todos eles. Suas funções estão sendo investigadas a níveis hematológicos, imunológicos, endócrinos, metabólicos e outros. A descoberta é tão inovadora que livros médicos estão sendo atualizados para incluir a nova informação.

O que vai mudar para a medicina?

Além do fato de que este novo órgão precisará passar a ser estudado na formação de novos médicos, os especialistas estão bastante animados com as novas descobertas, agora será possível categorizar doenças abdominais e o estudantes e pesquisadores poderão investigar seu papel nesta região. Agora que o novo órgão já descrito e está estabelecido, o próximo passo é descobrir de fato a sua função. Afinal quando sabemos a função, é possível identificar quando algo está anormal e aí, fica mais fácil classificar uma doença.
Leia mais no BLOG da Drª Karlla Patrícia: www.diariodebiologia.com 
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Quando usar por que, por quê, porque e porquê.


Quando usar por que, por quê, porque e porquê.

Quem não sente dificuldade ao usar por que, por quê, porque e porquê ? Junto ou separado, com acento ou sem acento, o uso dos 'porquês' confunde muita gente.
Vamos às dicas e acabar com as dúvidas sobre o uso dos 'porquês'.

Por que 
separado e sem acento
“Por que”, SEPARADO e SEM ACENTO:  faz a pergunta e NUNCA vem no final.É usado também quando estiverem presentes (mesmo que não explícitas) as palavras “razão” e “motivo”.
Exemplos:
  • Por que as estrelas brilham?
  • Por que não me disse a verdade?
  • Todos sabem por que motivo ele recusou a proposta?
  • Ela contou por que (motivo, razão) estava magoada?
Por quê
separado e com acento
"Por quê", SEPARADO e COM ACENTO:  vem no final da pergunta.
Exemplos:
  • Ela não me ligou e nem disse por quê?
  • Você está rindo de quê?
*Atenção: Os dois porquês separados são usados somente para perguntas.
Porque
junto e sem acento
Quando se usa ele assim, JUNTO e SEM ACENTO, ele não faz mais pergunta: ele faz a RESPOSTA. Por isso, o “porque” é usado para responder:
Exemplos
  • Comprei este sapato porque é mais barato
  • Não saí de casa, porque estava doente
  • O céu é azul PORQUE a luz do sol, ao passar pela atmosfera, dependendo da inclinação da Terra, se decompõe (espectro luminoso) e a frequência dela se revela azul, da mesma forma que acontece com o vermelho e o laranja em outros períodos, como na tarde e no amanhecer.
Porquê
junto e com acento
Quando o “por que” vem JUNTO e ACENTUADO, é um pouco mais complicado. Ele faz papel de substantivo, sendo determinado por um artigo, um pronome, um adjetivo ou um numeral.
Exemplos
  • Ninguém entende o porquê de tanta confusão
  • Eu só quero saber o porquê de o céu ser azul
  • Se ele fez isso, teve um porquê (motivo)
Resumindo
Por que (separado e sem acento) - faz a pergunta e nunca vem no final.
Por quê (separado e com acento) - faz a pergunta e vem no final.
Porque (junto e sem acento) - responde a pergunta.
Porquê (junto e com acento) - vem sempre precedido de uma artigo, um pronome, um adjetivo ou um numeral.


fonte: http://www.comoescreve.com/2013/06/quando-usar-por-que-por-que-porque-e.html

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Leo Fraiman - 5 atitudes para o final do ano.

Leo Fraiman e as 5 atitudes para o final do ano. 

Eu considero necessárias para o ano todo, ao menos em dois períodos do ano. 


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