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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Desde quando conheces sua criança interior?

Conheça a criança "interna" que existe dentro de você e a criança "externa" que você tem! 



Excelente para treinar seu Espanhol! 

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sábado, 17 de janeiro de 2015

No livro APRENDENDO A VIVER, surge uma seleção das crônicas mais confessionais escritas por CLARICE LISPECTOR. No texto homônimo, a escritora cita um filósofo americano chamado Thoreau, e assim transcreve:
  
                                  Thoreau era um filósofo americano que, entre coisas mais difíceis de se assimilar assim de repente, escreveu muitas coisas que talvez possam nos ajudar a viver de um modo mais inteligente, mais eficaz, mais bonito, menos angustiado. Thoreau, por exemplo, desolava-se vendo seus vizinhos só pouparem e economizarem para um futuro longínquo. Que se pensasse um pouco no futuro,estava certo. Mas "melhore o momento presente", exclamava. E acrescentava: "Estamos vivos agora". E comentava com desgosto: "Eles ficam juntando tesouros que as traças e a ferrugem irão roer e os ladrões roubar".
                                  A mensagem é clara: não sacrifique o dia de hoje pelo de amanhã. Se você se sente infeliz agora, tome alguma providência agora, pois só na sequência dos agoras é que você existe. Cada um de nós, aliás, fazendo um exame de consciência, lembra-se pelo menos de vários agoras que foram perdidos e que não voltarão mais. Há momentos na vida que o arrependimento de não ter tido ou não ter sido ou não ter resolvido ou não ter aceito, há momentos na vida em que o arrependimento é profundo como uma dor profunda. Ele queria que fizéssemos agora o que queremos fazer. A vida inteira Thoreau pregou e praticou a necessidade de fazer agora o que é mais importante para cada um de nós.
                                   Por exemplo: para os jovens que queriam tornar-se escritores, mas que contemporizavam – ou esperando uma inspiração ou se dizendo que não tinham tempo por causa de estudos ou trabalhos –, ele mandava ir agora para o quarto e começar a escrever. Impacientava-se também com os que gastam tanto tempo estudando a vida que nunca chegam a viver. "É só quando esquecemos todos os nossos conhecimentos que começamos a saber."  E dizia esta coisa forte que nos enche de coragem: "Por que não deixamos penetrar a torrente, abrimos os portões e pomos em movimento toda a nossa engrenagem?" Só em pensar em seguir o seu conselho, sinto uma corrente de vitalidade percorrer-me o sangue. Agora, meus amigos, está sendo neste próprio instante.
                                   Thoreau achava que o medo era a causa da ruína dos nossos momentos presentes. E também as assustadoras opiniões que nós temos de nós mesmos. Dizia ele: "A opinião pública é uma tirana débil, se comparada à opinião que temos de nós mesmos." É verdade: mesmo as pessoas cheias de segurança aparente julgam-se tão mal que no fundo estão alarmadas. E isso, na opinião de Thoreau, é grave, pois "o que um homem pensa a respeito de si mesmo determina, ou melhor, revela seu destino". E, por mais inesperado que isso seja, ele dizia: tenha pena de si mesmo. Isso quando se levava uma vida de desespero passivo. Ele então aconselhava um pouco menos de dureza para com eles próprios. O medo faz, segundo ele, ter-se uma covardia desnecessária. Nesse caso devia-se abrandar o julgamento de si próprio. "Creio", escreveu, "que podemos confiar em nós mesmos muito mais do que confiamos. A natureza adapta-se tão bem à nossa fraqueza quanto à nossa força". E repetia mil vezes aos que complicavam inutilmente as coisas – e quem de nós não faz isso? –, ele quase gritava com quem complicava as coisas: simplifique! simplifique!

Fica aí a dica para todos que COMPLICAM a vida!

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014



COMUNICAÇÃO INTERNA / EXTERNA – BASES DA COMUNICAÇÃO
 Andréa Camargo - 13/05/2009

                   As recompensas da boa comunicação são grandes, mas difíceis são os meios para obtê-la, por isto sempre esteja atento às bases para a boa comunicação. Dessa forma, a probabilidade em obter a transmissão da mensagem entre duas ou mais pessoas de forma clara e efetiva será maior. Vale para empresas, escolas, para o movimento da sala de aula... Não importa os meios por onde a comunicação transita! Atualmente, são muitos os caminhos, mas a base continua fundamentada em alguns aspectos básicos: 

  • Saber Ouvir e entender - Demonstre estar apto a ouvir informações mesmo que desagradáveis e críticas, procurando vê-las de forma construtiva. Escute, ouça atentamente, demonstrando interesse pelo que está sendo apresentado, não interrompa desnecessariamente.

  • Examine o ponto criticado - Seja humilde e examine o ponto criticado para dar crédito às boas ideias e ao trabalho sincero. Ao receber criticas, procure extrair os aspectos positivos e construtivos. Posteriormente analise e estabeleça procedimentos de ajuste e/ou correções.

  • Evite termos técnicos - Não use gírias e evite termos técnicos que podem atrapalhar na comunicação, se for imprescindível o seu uso, explique qual o significado dos termos usados. Você pode estar falando com alguém que quer entender o que você está falando e não consegue, provavelmente na próxima vez, ele não lhe procurará. Use uma linguagem que descreva a realidade.

  • Esclareça suas ideias - Esclareça suas ideias antes de transmiti-las, faça com que elas sejam precisas. Analise se as suas ideias estão coerentes com o que se deseja transmitir.

  • Expresse o seu interesse - Entre frequentemente em contato com os clientes (pais/alunos) e escute-os. Expresse seu interesse pelos seus problemas e questionamentos. Peça detalhes, sem se mostrar íntimo demais. Não dê opiniões pessoais.

  • Ações X Informações - Demonstre que ações são tomadas baseadas em informação, caso contrário o pessoal pensará que não valeu a pena o tempo e o esforço despendidos para manter o fluxo de comunicação. Execute suas ações com base nas informações adquiridas, validadas e verdadeiras.

  • Suas ações devem sustentar o que você diz - Suas ações refletem o que você pensa e diz para os outros.

  • Procure ser objetivo - Seja objetivo, não faça rodeios, mesmo que a mensagem seja o que as pessoas não gostariam de ouvir.

  • Qual mensagem deseja transmitir? - Trace qual é o objetivo da mensagem, o que você deseja que os receptores da mensagem absorvam, qual é o verdadeiro propósito da comunicação.

  • Quem ouvirá minha mensagem - Antes de transmitir alguma informação procure conhecer qual vai ser o público. A quem você quer afetar e qual é o momento adequado. Se necessário, prepare-se. Às vezes será necessário preparar-se muito!

  • Consulte outras pessoas - Consulte outras pessoas para planejar as comunicações, peça opiniões, lembre que aqueles que o ajudam a planejar, com certeza o apoiarão. Somos uma equipe! Ninguém é melhor do que ninguém.

  • Como transmitir - Esteja atento a sua tonalidade de voz, da receptividade de quem ouve, bem como da linguagem que você utilizará.

  • Verifique se foi compreendido - Sempre verifique se você foi entendido, faça perguntas, pergunte o que foi entendido e não se a pessoa entendeu (não subestime a capacidade das pessoas). Após transmitir a informação, faça perguntas como: O que você achou?  Isso foi interessante ou importante para você? O que mais poderia esclarecer? Ficou alguma dúvida? Algo do que eu disse não ficou claro? Quer que eu registre algum dos pontos? 

  • Compartilhe - Compartilhe tanta informação quanto for possível, isto trará ganhos para todos os envolvidos. A equipe deverá sustentar a mesma linguagem.

  • Feedback - O retorno de informações é importante para manter seus parceiros atualizados nos processos e atividades de interesse comum, sempre retorne a informação, mostre os resultados e ações consequentes da informação recebida anteriormente. E caso surjam conflitos sobre alguma das repostas, discutam e cheguem no senso comum.