quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Coordenador Pedagógico


                     Se você enquanto gestor ou coordenador pedagógico já possui o perfil abaixo na maioria dos docentes da sua equipe, parabéns! As conquistas e o trabalho acontecerão naturalmente com êxito! Caso ainda não tenha, leia alguns livros abaixo para melhor orientá-lo na formação desse perfil! Uma equipe nada coesa, gera muitos conflitos internos! 

                     Se preferir, ligue e agende um horário. Vamos conversar a respeito dos problemas de sua equipe e reorganizar um curso personalizado para cada segmento!   


Perfil do docente de qualquer ciclo.

ü Criador de ambientes de aprendizagem
ü Orientador do processo de desenvolvimento do aluno.
ü Cidadão capaz de levar o aluno a refletir sobre o que produz.
ü Articulador de hipóteses.
ü Estimulador das diversificadas alternativas.
ü Sistematizador do próprio conhecimento.
ü Possuidor de maturidade afetiva.
ü Ético e Responsável.
ü Possuidor de habilidade de relacionamento intra e interpessoal.
ü Facilitador no trabalhar em equipe.
ü Criador de projetos.


Sugestões bibliográficas:

ü Como lidar com pessoas difíceis. Alan Houel e Christian Godefroy. Ed. Madras.

ü    Motivar os professores. Ramiro Marques. Ed. Presença.

ü  O coordenador pedagógico e o espaço da mudança. Diversos autores. Ed. Loyola.

ü  O coordenador pedagógico e a educação continuada. Diversos autores. Ed. Loyola.

ü  O coordenador pedagógico e a formação docente. Diversos autores. Ed. Loyola.

ü  Formação de professores. Saberes, identidade e profissão. Valter Soares Guimarães. Ed. Papirus.

ü Educar é sentiras pessoas. Hamilton Werneck. Ed. Ideias e Letras.

ü  Dicionário em construção. Ivani Fazenda. Ed. Cortez.

OBS: Nesse livro a autora abordará vários aspectos da interdisciplinaridade como: coerência, contextualização, harmonia, identidade, estética, humildade, mudança... Vale à pena conferir alguns pontos, antes de propor ao grupo que lancem projetos interdisciplinares em demasia, principalmente para professores do Fundamental II e Ensino Médio.   

ü  Aulas Vivas. Tese (e prática) de Livre Docência. Marcos Tarciso Masetto. Ed. MG

OBS: Prof. Marcos Tarciso Masetto, aposentado pela USP e atualmente prof. da PUC. Mesmo que ele seja especialista em docência superior, vale a pena conferir seus fundamentos e pensamentos sobre qualificação no Ensino Superior, os quais têm sido aplicados nas universidades, das quais “são jogados no mercado” muitos professores! Veja outro livro dele em PDF do mesmo autor no endereço:

http://imagem.casasbahia.com.br/html/conteudo-produto/12-livros/1679247/1679247.pdf



domingo, 28 de setembro de 2014

Palestra: Tecnologia Educacional

Palestra: Tecnologia Educacional

“São três os analfabetismos por derrotar hoje: o da lecto-escritura (saber ler e escrever), o sociocultural (saber em que tipo de sociedade se vive) e o tecnológico (saber interagir com máquinas complexas). Toda escola incompetente em algum desses aspectos é socialmente retrógrada”. Hugo Assmann, 1998.
Tópicos para roteiro da palestra (fundamentando com nossa proposta pedagógica):

Ø  Que o professor possua uma capacidade pessoal de entender as coisas, aprender e descobrir. Adaptar-se e inventar perspectivas críticas. 

Ø  Só podemos criticar o que conhecemos.

Ø  Sofremos um tempo para aceitar a inserção tecnológica. Hoje acreditamos que a boa tecnologia nos oportunizará a aplicarmos excelentes aulas.

Ø  Para Neil Postman “a mudança tecnológica não é nem aditiva nem subtrativa”.

Ø  Um conto sobre o rei Tamuz e o deu Troth.  

Um dia o rei Tamuz recebeu o deus Thoth, inventor, entre muitas outras coisas, da escrita. Segundo o deus Thoth cada uma das suas invenções, particularmente a escrita, iriam tornar Tamuz um rei reconhecido e indispensável para o seu povo. No entanto, o rei quis saber da utilidade de cada uma das invenções, por exemplo, da escrita. Para Thoth a escrita era a maior façanha de todas. Aquela que iria melhorar tanto a sabedoria como a memória do povo. Tamuz retorquiu que o inventor de uma arte não pode ser o melhor a ajuizar sobre o bem ou mal que esta provocará a quantos a aplicarem. Muitas vezes em vez do bem que se anuncia é o mal que chega. Para Tamuz a escrita é disso um exemplo: aqueles que a utilizarem deixarão de exercitar a memória e tornar-se-ão esquecidos, pois confiam que a escrita lhes trará á lembrança coisas. Esta confiança nos sinais gráficos fá-los perder a confiança nos seus próprios recursos. A escrita serve assim para rememorar e não para desenvolver a memória. É ilusória a sabedoria que se espera. Os alunos terão fama de a possuírem isso não corresponde á verdade, pois receberão uma quantidade de informação sem a instrução adequada. Considerar-se-ão muito conhecedores, mas serão bastante ignorantes. Estão cheios do conceito de sabedoria, mas não de verdadeira sabedoria. Eis como a tecnologia que se anuncia como beneficente afinal prejudica. Este é também um ponto de partida utilizado por Postman para uma crítica da influência da tecnologia sobre as culturas onde são recebidas. Para Tamuz a escrita era algo apenas negativo. Postman considera que é um erro supor que as inovações tecnológicas têm um efeito unívoco. A tecnologia pode ser ao mesmo tempo um mal e um bem. A tecnologia tem sempre esta biunivocidade sobre a cultura. Não se pode anunciar apenas um dos sentidos. O meio termo é o resultado que se obtém da negociação entre a cultura e a tecnologia.

Ø  A tecnologia não enfada, nem salva, não diminui, nem aumenta competências.

Ø  Tecnologia é conhecimento aplicado, é saber do “ser” e “sobre” o humano e sucessivamente o aluno.

Ø  As tecnologias não podem estar voltadas ou serem construídas sobre os velhos ideais de ensino.   

Ø  Seguindo a linha sobre a atuação do coordenador, podemos acrescentar: Como o coordenador pedagógico pode orientar o professor a trabalhar com a tecnologia em sala de aula? A visão pedagógica sobre a tecnologia. Ex: usando os projetos interdisciplinares.   
                                                                                    
Ø  A educação que nós oferecemos às nossas crianças ainda é a mesma que era oferecida no século passadoMarc Prensky. Ver a entrevista dele em: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,professor-deve-ajudar-aluno-a-ser-autodidata-,989677,0.htm
'Professor deve ajudar aluno a ser autodidata'
Cunhador do termo 'nativos digitais', escritor afirma que escola investe na tecnologia de maneira obsoleta, 28 de janeiro de 2013.

Ø  Pela fala de Marc Prensky, citada acima, existe a necessidade em adaptar a tecnologia dentro do “formato” da proposta pedagógica do seu colégio. O professor é mediador do saber.  

Ø  O princípio do formato da aula que Marc Prensky sugere é o da sondagem. Descobrir o que e quanto os alunos sabem.

Ø  Problematizar é adaptar um contexto, um conceito. É usar a tecnologia para pesquisar “assuntos úteis”. Quanto o professor desperta o interesse?

Ø  O professor deve ter objetivos claros com relação ao motivo em usar determinada tecnologia correlacionada ao conteúdo “norteador e gerador” ministrado naquele momento.    

Ø  A partir desse momento, depois da apresentação inicial, inserir alguns exemplos, exercícios e projetos relacionados aos conteúdos ministrados. Como exemplo, estimular o início do exemplo com situação problema ou problematizar:

v “Um menino em excursão numa fábrica de perfumes questiona sobre a quantidade adequada de essência para a fabricação dos perfumes (para explicar a concentração de soluções para o Ensino Médio).

v  “Um garoto do Ensino Médio, que acabou de aprender na aula como calcular a concentração, vai para o sítio do tio. Observa como o tio retira a água do poço e percebe como ajudá-lo com relação à quantidade de soro a ser colocada na água”.

Ø  Também poderão ser mencionadas as ferramentas para uso em sala, lembrando que um planejamento nos moldes anteriores, levará, com a utilização desses recursos, um tempo maior para elaboração e não aplicação. São eles:

Ø  Softwares Educacionais.
Ø  Lousa digital.
Ø  Fóruns de discussão e chats.
Ø  Laboratórios multidisciplinares.
Ø  Sistema de testes e provas eletrônicas.
Ø  Simulados eletrônicos.
Ø  Simulações que exemplificam fenômenos físicos e químicos (como exemplo a Ludoteca da USP).
Ø  Avatar.
Ø  Facebook, Internet (pesquisa), Blogs, redes sociais em geral.  

Ø  Para saber mais:
v  “Não me atrapalhe mãe – Estou aprendendo!” , Marc Prensky, Ed. Phorte.
v  “Aprendizagem baseada em jogos digitais” , Marc Prensky, Ed. Sdenac.
v  “Geração Y, o nascimento de uma nova versão de líderes”, Sidnei Oliveira, Ed Integrare.
v  “Tecnologia e Inclusão social: repensando a divisória digital”, Mark Warschauer, Ed. Senac.
v  Alfabetização tecnológica do professor, Marisa Narcizo Sampaio, Ed. Vozes.
v  Bate-papo na net sem segredos – manual de sobrevivência para filhos, pais e educadores, Aury Rondon, Ed. Érica.                   

Blogs sobre mídias educacionais:
As tecnologias da informação e comunicação favorecem uma nova postura frente ao processo ensino-aprendizagem, que já não se satisfaz mais com a informação transmitida pelo professor, mas prioriza o conhecimento construído pelos alunos. Apresenta esse pensamento no artigo “Ciência e cidadania”, publicado na Scientific American Brasil (ed.59, abr.2007). Afirma que “O Brasil está caindo num fosso educacional. Se não mudarmos de atitude, não haverá mais volta”. “Sem investir no potencial humano, é melhor esquecer a ideia de fazer o Brasil crescer”. Esse projeto investe na educação infanto-juvenil para a formação científica.

Seguem os links da palestra sugeridos:
Eduardo e Mônica

Tecnologia X pedagogia

Objetos educacionais

“As tecnologias evoluem em quatro direções fundamentais:
do analógico para o digital (digitalização)
do físico para o virtual (virtualização)
do fixo para o móvel (mobilidade)
do massivo para o individual (personalização)”.

Carly Fiorina, ex-presidente da HPackard

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

GESTÃO DO TEMPO – QUANTO CABE NA MINHA AGENDA?


GESTÃO DO TEMPO – QUANTO CABE NA MINHA AGENDA?

Um consultor, especialista em gestão do tempo, quis surpreender a equipe numa conferência. Tirou debaixo da mesa um frasco grande de boca larga. Colocou-o em cima da mesa, junto a uma bandeja com pedras do tamanho de um punho, e perguntou:

-Quantas pedras pensam que cabem neste frasco?

Depois dos presentes fazerem suas conjecturas, começou a colocar pedras. Até que encheu o frasco. E aí perguntou:

-Está cheio?

Todos olharam para o frasco e assentiram que sim. Então ele tirou debaixo da mesa um saco com gravilha (pedrinhas pequenas, menores que a "brita"). Colocou parte da gravilha dentro do frasco e agitou-o. As pedrinhas penetraram pelos espaços deixados pelas pedras grandes. O consultor sorriu com ironia e repetiu:

-Está cheio?

Desta vez os ouvintes duvidaram:
-Talvez não. - responderam.
- Muito bem! - disse ele, e pousou na mesa um saco com areia que começou a despejar no frasco. A areia infiltrava-se nos pequenos buracos, deixados pelas pedras e pela gravilha.

-Está cheio? - perguntou de novo.
-Não! - exclamaram os presentes. Então o consultor pegou uma jarra com água e começou a derramar para dentro do frasco. O frasco absorvia a água sem transbordar.

-Bom o que acabamos de demonstrar? - perguntou.

Um ouvinte, mais afoito, arriscou:
-Que não importa o quanto esteja cheia nossa agenda. Se quisermos, sempre conseguiremos marcar mais compromissos.


-Não! - concluiu o especialista: "o que esta lição nos ensina é que se não colocarem as pedras grandes primeiro, nunca poderão colocá-las depois. E quais são as grandes pedras nas nossas vidas? Deus, a pessoa amada, nossos filhos, os amigos, os nossos sonhos e desejos, a nossa saúde. Lembrem-se: ponham-nos sempre primeiro. O resto encontrará o seu lugar!"

segunda-feira, 8 de setembro de 2014



Exemplos de Linguagem Corporal - Andréa Camargo

Lembre-se que esses são apenas indícios sobre sua linguagem corporal, a qual deve ser sempre interpretada dentro de um contexto comunicativo.
Comportamento não verbal
Possíveis Interpretações
ü  Movimentação rápida com andar ereto.

ü  Confiança.

ü  Parar com as mãos na cintura.
ü  Incompreensão, agressividade

ü  Sentar com as pernas cruzadas ou promover pequenos chutes no ar.

ü  Cansaço, aborrecimento
ü  Sentar com as pernas abertas.

ü  Abertura, relaxamento
ü  Braços cruzados no peito.
ü  Defensiva.

ü  Andar com as mãos nos bolsos, olhando
para baixo.
ü  Falta de entusiasmo, desmotivado.


ü  Mãos nas maças do rosto.
ü  Avaliação, pensamento.
ü  Coçar o nariz, tocar o nariz ao falar.

ü  Dúvida, mentira.

ü  Esfregar os olhos.

ü  Descrença, dúvida, mentira.

ü  Mãos fechadas atrás das costas.

ü  Frustração, ódio.

ü  Tornozelos fechados.

ü  Apreensão

ü  Apoiar a cabeça nas mãos, olhar para baixo
longamente.

ü  Aborrecimento.

ü  Esfregar as mãos.
ü  Antecipação, ansiedade


ü  Sentar com as mãos para trás da cabeça e
de pernas cruzadas.
ü  Confiança, Superioridade.

ü  Mãos abertas, palmas para cima.

ü  Sinceridade, inocência, abertura.

ü  Coçar a ponta do nariz com olhos fechados.


ü  Avaliação negativa
ü  Batucar com os dedos, olhar o relógio.

ü  Impaciência.
ü  Estalar os dedos.

ü  Autoridade.
ü  Passar a mão no cabelo.

ü  Insegurança.
ü  Inclinar/ Virar a cabeça numa direção.
ü  Interesse.

ü  Coçar o queixo.

ü  Pensando.
ü  Desviar o olhar do foco.
ü  Desconfiança.

ü  Roer unhas ou colocar a mão na boca.

ü  Ansiedade, insegurança.
ü  Puxar ou coçar a orelha e/ou brincos.
ü  Indecisão.


Os sinais da mentira


O mentiroso, por melhor que seja, tende a apresentar determinadas atitudes que acabam por denunciá-lo. Entre elas, estão:

  • Desviar os olhos quando perguntado sobre assuntos delicados.
  • Piscar os olhos com maior frequência.
  • Piscar rapidamente quando a conversa declina para um tópico comprometedor.
  • Inclinar-se para trás.
  • Responder NÃO e balançar a cabeça afirmativamente, mesmo que de leve.
  • Respirar em pequenas e rápidas golfadas e entremeá-las com suspiros longos e profundos.
  • Evitar apontar o dedo ou enfatizar as palavras com movimentos amplos dos braços.
  • Ao narrar uma história, fazer pontes de textos, que consistem em acelerações artificiais da sequência dos fatos.
  • Pedir que o interlocutor repita a pergunta, com intuito de ganhar mais tempo na elaboração de uma resposta.
  • Não falar mal de si, mesmo em assuntos que não tem nada a ver com a mentira.

Sugestões bibliográficas:







  

segunda-feira, 1 de setembro de 2014



COMUNICAÇÃO INTERNA / EXTERNA – BASES DA COMUNICAÇÃO
 Andréa Camargo - 13/05/2009

                   As recompensas da boa comunicação são grandes, mas difíceis são os meios para obtê-la, por isto sempre esteja atento às bases para a boa comunicação. Dessa forma, a probabilidade em obter a transmissão da mensagem entre duas ou mais pessoas de forma clara e efetiva será maior. Vale para empresas, escolas, para o movimento da sala de aula... Não importa os meios por onde a comunicação transita! Atualmente, são muitos os caminhos, mas a base continua fundamentada em alguns aspectos básicos: 

  • Saber Ouvir e entender - Demonstre estar apto a ouvir informações mesmo que desagradáveis e críticas, procurando vê-las de forma construtiva. Escute, ouça atentamente, demonstrando interesse pelo que está sendo apresentado, não interrompa desnecessariamente.

  • Examine o ponto criticado - Seja humilde e examine o ponto criticado para dar crédito às boas ideias e ao trabalho sincero. Ao receber criticas, procure extrair os aspectos positivos e construtivos. Posteriormente analise e estabeleça procedimentos de ajuste e/ou correções.

  • Evite termos técnicos - Não use gírias e evite termos técnicos que podem atrapalhar na comunicação, se for imprescindível o seu uso, explique qual o significado dos termos usados. Você pode estar falando com alguém que quer entender o que você está falando e não consegue, provavelmente na próxima vez, ele não lhe procurará. Use uma linguagem que descreva a realidade.

  • Esclareça suas ideias - Esclareça suas ideias antes de transmiti-las, faça com que elas sejam precisas. Analise se as suas ideias estão coerentes com o que se deseja transmitir.

  • Expresse o seu interesse - Entre frequentemente em contato com os clientes (pais/alunos) e escute-os. Expresse seu interesse pelos seus problemas e questionamentos. Peça detalhes, sem se mostrar íntimo demais. Não dê opiniões pessoais.

  • Ações X Informações - Demonstre que ações são tomadas baseadas em informação, caso contrário o pessoal pensará que não valeu a pena o tempo e o esforço despendidos para manter o fluxo de comunicação. Execute suas ações com base nas informações adquiridas, validadas e verdadeiras.

  • Suas ações devem sustentar o que você diz - Suas ações refletem o que você pensa e diz para os outros.

  • Procure ser objetivo - Seja objetivo, não faça rodeios, mesmo que a mensagem seja o que as pessoas não gostariam de ouvir.

  • Qual mensagem deseja transmitir? - Trace qual é o objetivo da mensagem, o que você deseja que os receptores da mensagem absorvam, qual é o verdadeiro propósito da comunicação.

  • Quem ouvirá minha mensagem - Antes de transmitir alguma informação procure conhecer qual vai ser o público. A quem você quer afetar e qual é o momento adequado. Se necessário, prepare-se. Às vezes será necessário preparar-se muito!

  • Consulte outras pessoas - Consulte outras pessoas para planejar as comunicações, peça opiniões, lembre que aqueles que o ajudam a planejar, com certeza o apoiarão. Somos uma equipe! Ninguém é melhor do que ninguém.

  • Como transmitir - Esteja atento a sua tonalidade de voz, da receptividade de quem ouve, bem como da linguagem que você utilizará.

  • Verifique se foi compreendido - Sempre verifique se você foi entendido, faça perguntas, pergunte o que foi entendido e não se a pessoa entendeu (não subestime a capacidade das pessoas). Após transmitir a informação, faça perguntas como: O que você achou?  Isso foi interessante ou importante para você? O que mais poderia esclarecer? Ficou alguma dúvida? Algo do que eu disse não ficou claro? Quer que eu registre algum dos pontos? 

  • Compartilhe - Compartilhe tanta informação quanto for possível, isto trará ganhos para todos os envolvidos. A equipe deverá sustentar a mesma linguagem.

  • Feedback - O retorno de informações é importante para manter seus parceiros atualizados nos processos e atividades de interesse comum, sempre retorne a informação, mostre os resultados e ações consequentes da informação recebida anteriormente. E caso surjam conflitos sobre alguma das repostas, discutam e cheguem no senso comum.