Mostrando postagens com marcador coordenação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador coordenação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Absenteísmo - Hora da coordenadora conversar sobre a ausência excessiva do professor.

Absenteísmo - Hora da coordenadora conversar sobre a ausência excessiva do professor. 



1 Em particular, chame o professor para conversar. Desde o princípio, estabeleça que o objetivo é encontrar soluções para as faltas recorrentes e enfatize que ele é um profissional importante para a equipe e para o projeto educacional da escola. Procure não ser agressivo e tenha uma atitude compreensiva. 


2 Durante a conversa, apresente dados e fatos, como registros que comprovem as faltas (folhas de ponto), e explique o prejuízo que elas causam ao desempenho dos alunos (mostrando os resultados do bimestre, as avaliações dos alunos e as taxas de reprovação). Demonstre também que você está atento, relatando ocasiões em que observou a ausência dele. 


3 Peça uma explicação para as faltas. 



4 Faça as perguntas necessárias até que estejam claras as razões das ausências. Em seguida, coloque-se à disposição para ajudar. 



5 Encontre, em parceria com o professor, alternativas para cessar as faltas ou 
minimizá-las e caminhos para que ele possase sentir novamente motivado a trabalhar. 



6 Procure sair da reunião com alguns acordos firmados com o docente. 



7 Encerre a conversa reafirmando mais uma vez a importância do professor para você, para a equipe e para a escola.


Veja mais em:  http://gestaoescolar.abril.com.br/formacao/como-acabar-falta-professores-absenteismo-gestao-equipe-539181.shtml

__________________________________________

quinta-feira, 27 de novembro de 2014



SUGESTÕES DE DESENVOLVIMENTO DE TRABALHO COM PROFESSORES A PARTIR DE LEITURAS.

EDUCAÇÃO INFANTIL E FUNDAMENTAL I

Vamos lá! Separei algumas sugestões, não são tão simples, são livros um pouco densos, porém acredito serem boas leituras para “reafirmar” o papel do professor enquanto “instrumento”, mediador, interlocutor e gerador da educação aprendida e aplicada. Que tal promover oficinas nas REUNIÕES PEDAGÓGICAS?  

v  A Pedagogia na escola das Diferenças de Philippe Perrenoud.  Um dos capítulos que mais gosto é o seis “Ciclos pedagógicos e projetos escolares: é fácil dizer!” Mesmo sendo uma leitura densa e metódica, o autor trás 3 aspectos fundamentais para que o professor pense em seu processo de busca e formação:
Ø  Enriquecer sua caixa de ferramentas!
Ø  Aprender a trabalhar em conjunto!
Ø  Trabalhar consigo mesmo!
Sabe aquele grupo de professores que têm dificuldades relacionais entre si? Ou com personalidades profissionais opostas? Ou insatisfeitos em partilhar suas ações no grupo? Seria uma ótima pedida para aperfeiçoar e trocar experiências a partir dessa leitura e de algumas tarefas que eu daria!  

v  Encontros e Desencontros em Educação Infantil de Maria Lúcia de A. Machado. Em particular a parte II é enriquecedora. Trás vários textos que abordam a formação, atuação e perspectivas dos profissionais da educação. São textos de diversos autores como da Tizuko Morchida (USP), da Sônia Kramer (PUC), da Júlia Formosinho (Braga)... Esse livro valeria à pena fazer o seguinte: dar para  cada professora um dos textos. Elas deverão desenvolver um projeto em cima da ideia central que cada autor trás! Depois explanariam para as outras. Seria ótimo como formação contextualizada (dentro de suas práticas).

v  Oficina criativa e psicopedagogia da Casa do Psicólogo. Um livro fino, de Cristina Dias Alessandrini, uma arte terapeuta. Ela combina muito bem a forma criativa das artes com a psicopedagogia. Essa leitura é mais direcionada para realizar oficinas! Dentro de um olhar mais aguçado. Se a equipe docente tiver pronta para ir além do material didático adotado pelo colégio, esse livro  será muito rico! A autora trás até um trabalho com argila. O que a coordenação poderia fazer, seria dar um mesmo conteúdo do livro para as professoras, como o capítulo 4, “Pedro e Belle” e a partir de um conteúdo x do material didático adotado, deverão criar uma oficina com esses materiais sugeridos! Conciliando teoria e prática. Ex: usar a própria argila, tintas, aromas, sabores... ir além do material didático!

v  Educação Infantil e séries iniciais, uma articulação para a alfabetização. Da Maria Teresa González Cuberes (organizadora). Exemplo, no capítulo 5 “Ao encontro da Matemática” a autora Maria Elena Duhalde, fala muito sobre a construção do pensamento concreto! Relata como a criança constrói a Matemática, a cardinalidade, a ordinalidade, o uso dos números, a memória quantitativa... a autora explana, explica como se dá a construção do pensamento. O capítulo 6 fala do ambiente enriquecedor de aprendizagem. Ótimo para ministrar uma Oficina de Matemática, principalmente para as professoras que têm dificuldades com essa área.

v  A paixão de conhecer o mundo de Madalena Freire. Um livro antigooooo, mas não abro mão! O meu está até embolorado! Mais voltado para Educação Infantil. Serve para dar um “start” nas professoras e se animarem em fazer o bom e velho diário de bordo ou portfolio! Pois Madalena relata tudoooo que acontece na sala dela. Tanto que vira um livro! Ela trabalhou várias ideias e projetos, mas acima de tudo, trouxe a originalidade do pensar da criança, a autonomia, o interesse, a construção que elas fazem das histórias contadas por eles... é lindo! Sempre releio e dele nascem novas práticas para a sala de aula!

v  Brincar: crescer e aprender. O resgate do jogo infantil. De Adriana Friedmann.  É um livro muito específico sobre jogos e brincadeiras. Desde os tradicionais, até os “criados”. Mas ela explana o olhar que o adulto deve ter sobre os jogos infantis, a perspectiva de avaliação, regras, como a criança constrói a ideia do jogo, o jogo no contexto educativo. O desenvolvimento cognitivo do jogo, a importância das interações sociais nos jogos e brincadeiras... Mas tudo isso não só do pré-escolar, aborda também das outras faixas etárias. Ao final de cada capítulo, ela trás um texto reflexivo!  Sugestão: se a coordenadora der para cada professora um jogo, descrito no capítulo, elas terão que conciliar o que leram, com um conteúdo do material didático adotado pelo colégio e em cima do jogo, inserir o conteúdo a ser dado! A autora até lista os jogos, classificando-os! É ótimo. Capítulo 8.  Inclusive esse livro nos trás a possibilidade de pensar uma Feira Cultural Interativa!!!! Para final de 2015. Pois teremos Rio 2016. As escolas poderiam trazer jogos para um dia com a família!  Cada sala seria temática sobre um jogo para os pais brincarem, jogarem! Ou ainda em cada espaço da escola ter um movimento temático! Ex: jogos do século XIX. Imagens, gravuras, a pesquisa feita com as crianças e a professora, em outra sala os jogos e brincadeiras de determinadas regiões do Brasil!  Em outra sala brincadeiras engraçadas! Numa outra sala, jogos do futuro! Mas para tudo isso acontecer, tem que haver o processo de pesquisa antes, um portfolio das professoras, envolver as famílias na montagem para que tenham até um “pequeno museu dos jogos”.... Nossa.... iríamos além! Que marketing educacional hein? 

Inclusive deixo para todos a “abertura desse livro” .... “Eu queria mostrar a roda da vida, poder entrar no coração das crianças. Viver de alguma forma! Retomar àquele estado de espírito, àquele tempo no qual tudo era brincar, no qual não existia frio ou calor, no qual éramos amados, simplesmente amados. Quando eu era criança, falava como criança, brincava como tal. Mas quando, um dia me tornei homem, deixei de lado toda criancice, observei, ouvi e aprendi”. (autor desconhecido).  

Procurem também o texto “Lembranças de Velhos” de Ecléa Bosi. Lindo!!

v  E por último, sugeriria o bom e velho Pilares do Interacionismo de Evaldo Inácio Delgado. Ele trás Piaget, Vygotsky, Wallon e Emília Ferreiro. Um autor pouco conhecido, de Rondônia, o qual resgata todos esses Papas da Educação de forma prazerosa! Mesmo que as professoras que fizeram e fazem Pedagogia, conheçam intimamente esses papas na ponta da língua, sempre é tempo de resgatar suas práticas. A diferença é que, muito deles, ficam perdidos ao longo dos anos dentro de vãs teorias. Sugestão: uma dupla de professoras ficaria com um desses papas. Fariam uma apresentação resgatando a vida dele e a construção da “metodologia” que o mesmo “construiu”. Como tarefa, deverão aplicar esse “teorema” em um conteúdo x do material. Inclusive, com “defesa de tese”. Teriam que defender com unhas e dentes o real motivo do “educador escolhido” ser tão direto, preciso, perfeito na teoria construída e até trazer a trajetória intelectual desse Papa. Como a criança aprende aos olhos dele? Teriam que resgatar falas desse autor!
____________________________________________________________________________


domingo, 3 de agosto de 2014

                       Desabafos de uma Coordenadora Pedagógica.
Por Andréa Rosa.
                  
                   Chegaremos em breve ao término de mais um ano e em breve iniciaremos outro. Afinal, o tempo tem passado muito rápido. Paro nesse momento para fazer um levantamento sobre os caminhos que percorri em minha carreira. Penso em minhas crenças profissionais e me deparo com questionamentos dos quais não obterei respostas. Senti que precisava escrever, desabafar e compartilhar com outras pessoas que também vivenciam momentos como esses. Talvez assim, consiga obter um acalanto ao meu coração e ver que não estou completamente só nessa caminhada!
                   “São tantas emoções” já diria o bom e experiente cantor. Percebo que o tempo tem passado, as concepções e ações pedagógicas estão se modernizando, os novos e ilustres palestrantes que lotam plateias de todo o Brasil e no exterior têm verbalizado sobre novas formas de avaliarmos, planejarmos, executarmos, concebermos afetividade dentro da sala de aula e até vêm se pronunciando o quanto os governos estão visualizando metas financeiras dentro de um poder contido e que todos os sistemas avaliativos como Enem, Saresp, Sinaes entre tantos outros que já existiram, existem e ainda serão criados, são formas ilusionistas de análise educacional. Não são parâmetros para mais nada nesse país. O pior, não são parâmetros afetivos defendidos dentro da educação.   
                   Tantas discussões são promovidas nos congressos, simpósios, colóquios e outros “ós” que podemos ter, e ainda assim, vivemos em meio a uma educação velada e contida. Onde não podemos falar abertamente o que passamos e pensamos. O que vemos e vivenciamos enquanto absurdos da educação. Muitas informações são transmitidas dentro de uma possibilidade assistida. Se sairmos muito dos “parâmetros” permitidos, corremos riscos de alguém vetar as informações e resultados. Quem sabe até “cloná-los”.     
                   Penso que de todos os cargos internos de uma escola e relacionados à educação: professor, orientador educacional, bibliotecário, inspetor de alunos, merendeiro, auxiliar de classe, diretor pedagógico, diretor financeiro, coordenador de eventos, secretário, faxineiro, assistente administrativo, coordenador de esportes, orientador religioso entre outros, a função de coordenador pedagógico seja o mais sacrificante, exaurido e desgastante cargo que possa existir dentro de uma escola. Gostaria de me justificar usando exemplos diários, vivenciados e que, se possível, alguém me responda relatando outros acontecimentos que provem que não estou tão errada assim.    
                   Temos que zelar por todos na escola. Desde os alunos, os professores, os pais e até os demais funcionários da empresa. Estamos no meio de uma verdadeira batalha, lutando por ideais que já não são mais aplicados ou se tornam cada vez mais distantes frente à compra e modificação de resultados. “Só para ficar bonito na fita”.  
                   Um pai procura a coordenação no final do ano (somente no final do ano) para questionar porque seu filho não está indo bem. Final do ano, reforço! Na verdade o aluno será reprovado, é fato, e o “Sr. Pai”, postergado, foi chamado várias vezes no colégio, mas ele dizia estar ocupado e que não poderia comparecer às reuniões de pais. Menos ainda nas conversas individuais com a coordenação. Sai o resultado. Seu filho, como esperado reprova. O pai resolve “aparecer”, “reencarnar” e em última instância, desesperada, após não compreender o motivo real que levou seu exemplar filho a ser reprovado questiona tudo. Apela e oferece um carro ao coordenador pedagógico para ver “o que consegue fazer” a respeito. Como o coordenador não aceita, o pai tece todos os xingamentos possíveis contra a pessoa dele e contra o colégio. Jogando a culpa na incompetência do estabelecimento, alegando que não possa perder um ano de investimento. Investimento? Parece que esse título no meio político teria outro nome. O bom, é que nessas horas a coordenação pedagógica respire, suspire e caminhe sem se abalar. Descanse com a consciência em paz. Afinal, chamou esse “Sr. Pai” umas oito vezes ao longo do ano e tem tudo registrado para não confrontar com diretorias de ensino que insistem em criticar a escola e se fazer cumprir leis de ministros que se quer permearam seus vãos ensinamentos em sala de aula.  
                   Outro exemplo vivenciado e bastante significativo que já enfrentei no cargo, foi de uma mãe convocada para comparecer à coordenação, onde a mesma seria comunicada que sua filha vinha apresentando um comportamento inadequado frente aos professores a amigos. Seu uniforme, evidentemente se apresentava com dois números menores do que ela deveria vestir, parte do seu corpo ficava a mostra. Mas não dificuldades financeiras, obviamente, pois estava num colégio muito caro de São Paulo. Já havia assediado alguns professores para obter bons resultados, por mais que os professores chamassem sua atenção, ela vivia com o celular na mão fazendo “selfies”. Sua concentração permeava entre outros assuntos, que não eram os estudos. Na última feira de eventos, essas que os colégios promovem como fonte de inspiração para a socialização e marketing interno e não reforço educacional, a aluna veio com um micro short, o que não era adequado de forma alguma, pois foi comunicado que o uso do uniforme seria obrigatório e para finalizar, foi pega no banheiro masculino. A mãe, que se veste tal qual a filha, malha bastante para não entrar em conflito com a idade, fez várias reparações físicas (como aplicação botulínica, preenchimentos e plásticas), não aceitou a colocação da coordenação e questionou se a mesma estava “insinuando que sua filha era vulgar”. A coordenação procura acalmá-la e pontuar com elegância e bom senso o que a mãe precisava ouvir e não queria. Não preciso contar o final dessa situação, pois a mãe de forma alguma aceitou as colocações e se manteve falando horrores sobre o colégio que não compreende sua filha e seu desenvolvimento maturacional. Amadurecimento? Acho que nessa família, eles não sabem a verdadeira tradução desse “nome comportamental”.  
                   Esses são apenas dois exemplos relacionados às desestruturas familiares atuais, que a coordenação pedagógica vem enfrentando no seu dia a dia. Mas existem exemplos interessantíssimos relacionados a má postura profissional dos professores que temos que orientar. Parece que os mesmos perderam o bom senso, o profissionalismo, a seriedade da profissão e questiono se isso é um reflexo político sobre o desmerecimento da categoria. Sobra para o coordenador pedagógico resolver quase tudo e um pouco mais que sua função atestaria. Professores que não sabem mais preencher diários ou esperam que todos os colégios tenham o famoso diário eletrônico. Até porque os portais e muitos programas já os trazem prontos. Afinal as aulas estão cada vez mais numeradas e menos humanizadas em prol da concorrência e da falta de tempo em ministrar todo conteúdo e de um resultado surpreendente para ser conquistado no final do ano. Obviamente, porque isso se chama marketing escolar. Quanto maior o número de alunos que ingressar nas universidades públicas (mesmo que seja para não terem aula), maior será a procura de novos pais por esse colégio considerado “forte”.
              Nesse caso, professores que trabalham com sistemas de ensino e com livros didáticos em outro colégio, enfrentaram a necessidade de “retroagirem” no registro. Esse professor pronunciará críticas sobre esse colégio que na visão dele, é muito démodé. Esperando contar com a tecnologia dentro da instituição (para facilitar seu trabalho), esse professor deparar-se-á com o preenchimento manual. Conclusão: rasuras ocorrerão em seu diário, não conseguirá preencher todas as presenças deixando apenas o F da falta, sua letra será horrível, normalmente “de forma” e por isso a coordenação precisará de uma tradução simultânea para ver o que está escrito. Esse é apenas um dos muitos problemas gerados pela falta de sistematização dos registros. Sem contar na falta de criação de aulas interessantes, inovadoras, resgate de conteúdos, um olhar apurado sobre os muitos alunos com problemas de aprendizagem, falta de inovação nas aulas e avaliações e por aí segue uma lista interminável de problemas. Mas o professor tem que ser cobrado! Pois a coordenação pedagógica também se sente cobrada pelos resultados por parte da direção.       
                   A coordenação ainda se depara com outra dicotomia. O problema de se tornar um “bode expiatório” tentando intermediar o que a direção e mantenedores do colégio exigem com relação às questões financeiras contra o idealismo dos professores em sala de aula. Nesse sentido presenciamos um desmerecimento do trabalho do professor absurdo no final do ano nos conselhos de classe. Onde alunos que devem até 6,0 ou 8,0 pontos na média, são literalmente “passados” para que os pais não tirem esse aluno do colégio. Ou ainda para “amarrarem alunos”, as antigas e quase extintas “Dps” as quais não restauram aprendizagens alguma. Aliás, outros termos mais modernos foram criados como recuperação paralela, recuperação contínua, aulas contraturnos... O quadro realmente só piora em duas últimas situações: quando alguns pais são amissíssimos da direção, aí a aprovação é quase que imediata ou ainda, quando a direção precisa livrar-se de algum professor, por questões pessoais e a coordenação é quem deverá demiti-lo. Nesse caso, a coordenação pedagógica passa a assina com outro pseudônimo: “Jesus”. Afinal, precisam de alguém para crucificar.
                   Talvez esse artigo não seja nada simpático e muito menos estimulante. Talvez não tenhamos soluções imediatas. Mas o que torna esse artigo “bom” para os coordenadores pedagógicos é pelo fato, de que posso desejar o “enfrentamento” deles, de peito aberto e saibam que não estão sozinhos nesse universo conflitante da educação. Todo coordenador pedagógico, em sua grande maioria fez Pedagogia. Quando escolheu esse caminho não sabia o que enfrentaria. Acreditava que “cuidaria” apenas da formação do professor ou das “verdadeiras leis” que regem esse país. Com o tempo, foi percebendo nos bastidores o real motivo da sua existência humana. Fique tranquilo! Siga sua missão e lembre-se do grande inspirador tão falado no seu curso, Paulo Freire “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. Entendeu? Ficou mais fácil agora?