Mostrando postagens com marcador infância. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador infância. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Esqueceram de nós - Vila das crianças.




Esqueceram de nós - A vila das crianças 

Imagine um mundo sem adultos, em que todas as decisões são tomadas por crianças. Como seria viver sem pais ou professores? A rede de televisão britânica BBC resolveu investigar: produziu o reality show Esqueceram de nós - A vila das crianças, programa que confinou crianças de 8 a 11 anos por duas semanas em uma espécie de vila. Em casas separadas, meninos e meninas tentaram conviver (ou sobreviver) sob a observação contínua dos pais - interferências só seriam feitas caso a saúde das crianças fosse colocada em risco. No começo do segundo dia, o caos reinava nas duas casas. De um lado, os meninos não conseguiam fazer uma simples refeição: Sid, de 9 anos, come macarrão cru porque não consegue esquentar uma panela de água. Do outro, as meninas entram em pé de guerra quando a competição feminina fala mais alto e não há adultos para mediar as relações. "É como viver um pesadelo", chora uma menina. "Pensei que fosse durar, mas não se passou nem um dia e já estou chorando", diz outra. 

Vale a pena refletir com pais e crianças sobre a necessidade da presença adulta na infância e adolescência. 

As relações entre escola / família também devem ser discutidas em espaços internos na escola. 

A Universidade Federal do Paraná realizou um estudo com 3 mil crianças em 2005 e chegou a quatro perfis de pais: negligentes, participativos, permissivos e autoritários. No caso dos pais negligentes, que raramente dedicam uma parte do dia ao filho, os efeitos são nocivos: 56% dos filhos apresentavam sinais de depressão, 73% tinham indícios de estresse e apenas 6% têm boa desenvoltura social.

Veja mais em: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/153/artigo234699-1.asp
________________________________________________________



domingo, 5 de julho de 2015

Programa para TV

Não deixem de assistir o 1º programa "Mãozinhas que Fazem" que gravamos para a TV Cidade! No face PROJETO PARCERIA o programa na íntegra. Curtam e multipliquem essa novidade!

Programa para TV



_______________________________________________



domingo, 26 de abril de 2015

12 regras para criar um filho delinquente.


12 regras para criar um filho delinquente.

O Departamento de Polícia de Houston, Texas, elaborou uma lista enumerando onze maneiras de como criar filhos delinquentes. Sem um autor único, até o momento, as dicas tornaram-se públicas há alguns anos. São elas:

  1. Comece desde a infância a dar tudo o que ele quiser. Ele crescerá achando que o mundo lhe pertence;
  2. Quando ele aprender palavrões, ria-se dele. Ele irá pensar que de fato isso é engraçado, e irá aprender outros piores;
  3. Nunca dê ao seu filho treinamento espiritual algum. Espere que ele tenha 23 anos e decida por si mesmo;
  4. Evite o uso das palavras: “não” e “errado”. Você pode achar que isso vá desenvolver nele um complexo de culpa, mas o que de fato irá acontecer é que mais tarde, quando ele for preso por roubar um carro, ele vai achar que a sociedade é contra ele;
  5. Apanhe tudo o que seu filho deixar espalhado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo por ele, assim ele aprenderá a jogar a responsabilidade sempre nos outros;
  6. Ponha uma TV ou um computador dentro do quarto dele e deixe-o ver tudo que quiser. Assim a sua mente será bombardeada diariamente com lixo;
  7. Brigue sempre na presença dos filhos. Assim eles não ficarão surpresos quando seus pais se separarem;
  8. Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Afinal, por que a vida dele precisa ser tão dura quanto a sua? Assim ele nunca terá que se esforçar para conseguir nada;
  9. Satisfaça todos os desejos dele, sejam de roupas, comida, viagens. Assim ele não saberá lidar com as frustrações da sua vida;
  10. Tome sempre o partido do seu filho contra parentes, vizinhos, professores, mesmo quando ele estiver errado. Assim, sua superproteção vai garantir que as pessoas é que têm preconceitos contra ele;
  11. Quando ele se meter em problemas, apenas se culpe por não ter tido tempo para criá-lo melhor ou diga que fez o que pode.
  12. Prepare-se para uma vida de sofrimento. Pois você está fazendo para tê-la.
____________________________________________________________________


segunda-feira, 6 de abril de 2015

O verdadeiro sentido da infância.



O verdadeiro sentido da infância!

Procuro a criança que lê coisas belas
nos livros da vida, que põe aquarela.Que pinta e salpica com pingos de coresas letras, os astros, as plantas e as flores.A história de gente que se vê todo dia;nas vilas, nas ruas levando alegria. Procuro a criança que tem fantasiaque vira estrelinha, que brilha e cintilanas rodas cantadas, nas noites de lua;nos olhos daqueles que fazem poesia em casa e na rua.Não sei o seu nome,nem a cor de seus olhos,nem o lugar onde mora…Só sei que é a criança que encanta…Será que é a criança que eu tanto procuro?Não. É a criança que mora em você!

(Autor Desconhecido) 

________________________________________________________________


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

A beleza do BRINCAR com livros na infância! - 2ª parte

Andréa Camargo 16/10/2014
(2ª Parte)

                      Trouxe essa história de forma muito resumida por ter sido uma das que mais marcou minha infância! Por um lado por imaginar a construção dessa muralha a qual pintei várias vezes no papel e bem colorida com “canetinhas”. A diferença é que espalhei as pétalas pelo ar, para que alcançasse a todos. Por outro, pelo sentimento de amor! Sempre achei esse sentimento muito transparente, o que se mantém em grande parte da minha alma! Transparência é algo que eu não perdi ao longo da vida, mesmo em meio às perdas que ela me trouxe!  

                           Uma coleção que relato no tempo presente do verbo “ser”, pois está muito bem guardada há mais de 40 anos em casa! Uma relíquia! Quando abri todos os volumes hoje, para trazer um pouco mais dessa “beleza de brincar com livros” para os leitores, minha memória se acendeu e o cheiro, as imagens, as vontades, as brincadeiras, as histórias, o jeito que minha mãe lia para mim e o jeito que aprendi durante a alfabetização a ler, tudo aquilo voltou como se fosse ontem! 

(SOLICITE O TEXTO NA ÍNTEGRA EM: andrea@projetoparceria.com)

Será um prazer compartilhar com você!

A beleza do BRINCAR com livros na infância!


Andréa Camargo 16/10/2014
(1ª Parte)

                                  Numa obra autobiográfica (As palavras. Difusão Europeia do Livro, São Paulo, 1970), Jean-Paul Sartre fala da sua infância, de modo irônico e extremamente autocrítico, mas sem humor ou afetividade; no texto ele conta que foi um menino solitário e que seus brinquedos eram os livros da biblioteca do avô (materno) e os autores, motivos de brincadeira. Conta também que a primeira vivência de uma experiência estética da qual se lembra, aconteceu diante de uma coleção de livros infantis que ganhou de sua mãe.
                              “Devo a estas caixas mágicas – e não às frases equilibradas de Chateaubriand – meus primeiros encontros com a Beleza. Abrindo-os, eu me esquecia de tudo: isso era ler? Não, mas morrer de êxtase: de minha abolição nasciam imediatamente indígenas armados de zagaias, a selva, um explorador de capacete branco. Eu era visão, eu inundava de luz as belas faces de Auda, as suíças de Philéas Fogg. Liberta de si mesma enfim, a pequena maravilha se deixava converter em puro maravilhamento. A cinquenta centímetros do chão do assoalho nascia uma felicidade sem amo nem coleira, perfeita”.
                                Lendo esse texto sobre a infância de Sartre, relembrei da minha infância. Filha única, criada entre adultos, não tinha mais nenhum amigo “significativo” para brincar, com exceção dos meus amigos imaginários! Era uma criança muito “arteira” fato esse que fez com que minha mãe sempre me corrigisse entre boas chineladas e castigos. Cresci sem traumas, neuras, psicoses ou possibilidades de ser alguém “perigosa à sociedade”, caso esse muito raro nos dias de hoje! Até hoje, minha mãe, é minha melhor amiga. Refletindo sobre a beleza do brincar com livros e a felicidade que embala a infância, me lembrei de todos os livros, coleções de revistas, gibis, historinhas impressas ou recortadas de jornais, enciclopédias que ganhei da minha mãe. Devo muito da minha inteligência, segurança e educação a ela e as leituras que interpretei e ouvi. Uma das coleções (fotos que compartilho no face: Projeto Parceria) chama-se “O mundo da criança” com 14 volumes. Uma coleção cara para a época! Cada volume registra histórias e fatos sobre um tema específico. Um dos volumes (5) tem o título “A vida em vários países”. Trás muitos contos e lendas nacionais, mas também contém histórias de outros países.
                                Uma das histórias, A Muralha de Aldeída Rebelo, conta sobre a construção de uma muralha feita por dois arquitetos (Rodolfo e Alexandre) a pedido de um rei. Eles deveriam competir entre si para construir a muralha mais linda e perfeita, o vencedor receberia um prêmio. Como não seria possível cada qual construir sozinho uma muralha inteira combinaram que cada um construiria uma metade. Para testar a ação deles, surgiu um mágico que os avisou, logo que terminasse cada qual sua metade, ele sopraria um vento muito forte para testar a construção. Rodolfo fez a metade da muralha com pedras preciosas e ouro, esperando despertar a inveja nos “concorrentes”. Alexandre por sua vez, construiu sua metade com pétalas de flores. Ficou muito alegre e colorida. Ele esperava despertar a beleza e a arte nos rivais. Após algum tempo, a muralha ficou pronta, o mágico surgiu e fez o que havia prometido! Soprou um vendo muito forte! Obviamente você pode imaginar o final da história! Quem venceu? A parte da muralha feita com pedras preciosas começou a cair e desmoronou. A parte da muralha feita com pétalas resistiu ao vento furioso, pois havia sido feita com amor! Diferentemente da outra, que foram usadas doses excessivas de vaidade, arrogância e muito orgulho.

(SOLICITE O TEXTO NA ÍNTEGRA EM: andrea@projetoparceria.com)


Será um prazer compartilhar com você!