quarta-feira, 4 de março de 2015




Exemplo de inovação e inspiração! Será que ainda produziremos mulheres assim? Que possam contribuir para a humanidade? 

Primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel

A história da cientista polonesa nascida há 143 anos desafia os padrões sociais e científicos do final do século XIX e início do século XX. Tímida, obstinada e inteiramente voltada à ciência e ao humanismo, Marie Curie dedicou seu trabalho e suas descobertas para salvar vidas e reduzir o sofrimento humano. Precursora de sua época foi a primeira mulher, a dar aulas na Universidade de Paris - Sorbonne (França), a primeira a ganhar um Prêmio Nobel, em 1903, e a única mulher até hoje a conquistar dois prêmios Nobel. Conhecida simplesmente como Marie Curie, ela descobriu o elemento químico Rádio, ampliando as possibilidades para o aprofundamento das pesquisas sobre a matéria, a energia e a radioatividade. Seu trabalho permitiu que, mais uma vez, a química pudesse ser aplicada na área médica, sobretudo nos tratamentos de cânceres.

Leia Mais sobre ela e a Química em:

http://awesomeuniverse.org/2015/01/13/marie-curie-a-dama-da-quimica
http://www.crg4.org.br//informativomat_958

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segunda-feira, 2 de março de 2015

Sugestão para Educação Infantil

Assim como os vídeos abaixo "Coloridos"  e  "Eu sou um bebezinho" vai valer a pena conhecer, entre muitos outros.... Bom trabalho! 

Palavra Cantada.


Coloridos - Palavra Cantada

Espelho meu, diga qual meu reflexo invertido!

Espelho meu, diga qual meu reflexo invertido!
Por Andréa Camargo

“Você acorda pela manhã e a primeira coisa que faz é se olhar no espelho. Às vezes para se lembrar do próprio rosto, às vezes para descobrir o que aquela pessoa no espelho quer d vida... Sem maquiagem, cabelo despenteado, cansada, com bolsas embaixo dos olhos e um enorme ponto de interrogação pairando sobre a cabeça”.

Preciso discordar só sobre um ponto com Cristiane Cardoso, autora do livro “Melhor que comprar sapatos”. Necessariamente não precisaremos nos olhar logo que levantarmos. Isso acontecerá o dia todo. Assim que uma mulher vê um espelho ou uma possibilidade de reflexo dela mesma, estará ali, se olhando! Mas sempre me questiono se a imagem refletida no espelho é a que desejávamos ver ou se ela é real!

Tenho uma conhecida (aliás, muitas mulheres que conheço) fizeram a cirurgia bariátrica. Infelizmente uma delas, que mantenho pouco contato, ainda não está feliz. Mesmo tendo perdido peso, ela não deixa de achar que “ainda está muito gorda”. Mas esse não seria o reflexo invertido da questão. Sabemos que numa % significativa, muitas acreditam que seria impossível voltar a engordar e relaxam. Quando percebem que o peso está retomando numa escala mais acelerada (ou não atingiram peso esperado) entram em depressão, desenvolvendo muitas vezes hábitos que não possuíam como fumar ou ingerir bebidas alcoólicas. Vivem entre a angústia e a ansiedade sobre seu peso e sua consciência. Não sou especialista nessa área e em particular, estou longe de compreender as angústias internas de cada uma dessas guerreiras. O que me preocupa é a mudança de comportamento, perfil e conduta das mulheres que conheço e que recorreram a esse procedimento cirúrgico. Mudaram em algum aspecto sua personalidade. Quando tinham o peso anterior, eram dóceis, amáveis, simpáticas, atenciosas. Agora, tenho a sensação de que estão sempre na defensiva. Querem impor-se a qualquer preço. Se tornaram mais rudes, com menos paciência no trato para com pessoas e até mesmo (em determinados momentos) grosseiras. Certa vez perguntei à essa colega porque estava agindo daquela forma. Ela respondeu “não espero mais dos outros para ser feliz, agora eu faço minha felicidade”.

Independente da mulher que tenha feito ou não essa cirurgia, queria ressaltar que muitas mulheres associam felicidade ao espelho! Conheço outras tantas mulheres lindas, quase que modelos e que quando se olham no espelho, refletem uma infelicidade interior muito grande. Não amam o que veem, não aceitam a opinião de outros, vivem num mundo tão repleto de insatisfações pessoais que afastam os outros de perto delas.

Outras guerreiras esperam que o outro as faça feliz. Esse outro pode ser o marido, o namorado, o emprego, a família, um status, uma condição social...  São mulheres que não vivem bem com seu silêncio interior, porque esperam muito que esse outro determine seus passos.  


Se eu pudesse pedir para você fazer um reflexo invertido sobre sua imagem diria como Johann Goethe “O comportamento é um espelho em que cada um vê a sua própria imagem” portanto, mude seu comportamento, suas atitudes, seus pensamentos, a forma como você trata as pessoas, o jeito como conduz sua própria dignidade, sua prepotência, arrogância, interatividade com as pessoas e aí sim eu diria que sua imagem estará bem mais agradável de se ver, do que sua aparência externa! 

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Oração da Mulher

Oração da mulher
(autor desconhecido)

Querido Deus.
Até agora o meu dia foi bom!

- Não fiz fofoca.
- Não perdi a paciência.
- Não fui gananciosa, sarcástica, rabugenta, chata e nem irônica.
- Controlei minha TPM.
- Não reclamei.
- Não praguejei.
- Não gritei.
- Não tive ataques de ciúmes.
- Não comi chocolate.
- Não perguntei demais.
- Também consegui não passar meu cartão de crédito.

Mas peço sua proteção, Senhor, pois estou para sair da cama a qualquer momento.

Obrigada!  

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

                  PALESTRAS E OFICINAS 2015


                Independentemente do material que o colégio adota seja Sistema de Ensino ou livros didáticos, temos percebido o número alarmante de professores que não recebem os devidos cursos preparatórios por parte das editoras. São oferecidos recursos tecnológicos de ponta como as lousas digitais, tablets, plataformas de ensino entre outros, porém os docentes ainda ministram aulas com a mesma sistematização de vinte anos atrás, a qual tem sido ineficaz com essa geração. Para tanto, a assessoria percebeu esse distanciamento na sala de aula entre professor-aluno-otimização e estará oferecendo palestras para auxiliar o docente a construir aulas mais interessantes, inovadoras, contextualizadas e transdisciplinares para essa nova geração de crianças e adolescentes.

              Palestras / Oficinas oferecidas para professores da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental:
  •     Situação problema: desafiando o professor, não só o aluno!
  •  Trabalhando com atividades contextualizadas a partir do conhecimento prévio do aluno.
  •   Competência leitora: letrar ou exercitar? Como conciliar essas “pontas”?
  •     Oficina da Matemática: jogos que enriquecerão sua teoria.
  •     Oficina de Língua Portuguesa: Transposição de gêneros Literários.
  •     Tarefa de casa: uma ação a ser reaprendida por todos.
  •     Avaliação: competências, habilidades e contextualização.  
  •     Educação Infantil: uma fase que vai além do simples brincar!


               Palestras oferecidas para professores do 6º ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio as quais apontam ações para todas as disciplinas:
  •   Reconhecendo os conhecimentos prévios necessários para avançarmos na matéria.
  •     Gestão da sala de aula. Você é um gestor ou “simples fazedor” na sala de aula?
  •    Nailor Marques Junior e o fator tempo. Aprimorando minhas práticas docentes e otimizando o tempo.
  •   Bartolomeu Campos de Queiróz: letrar nesse ciclo até a Universidade.
  •      Educação: a chave para o conhecimento e para transformação.
  •    Uma visão mais ampla sobre a minha disciplina: práticas e curiosidades.
  •    Tecnologia Educacional: uma visão didática sobre os recursos tecnológicos.
  •     Liderança ou gestão na solução de problemas: como lidar com esse adolescente?
  •   Construindo a Cidadania muito além do discurso, um fazer criativo!

          O Projeto Parceria ainda dispõe de palestras para as famílias em datas específicas como Dia dos Pais, Dia das Mães, Dia das Avós ou reuniões de pais.
        
           Caso a escola necessite que algum tema seja “construído” de forma mais específica para qualquer segmento, a fim de suprir necessidades pontuais do grupo, poderá solicitar.   
  
                Oferecemos ainda um encontro específico de duas horas com a equipe técnica e/ou coordenação pedagógica, a qual tem enfrentado situações muito difíceis frente ao grupo de docentes. Normalmente se deparam com a falta de compromisso dos educadores, as ausências em demasia, a alegação de que não têm tempo para entregar os registros burocráticos necessários para comprovação das situações de aprendizagem para aos pais, a falta de planejamento das aulas por parte dos docentes, a “rivalidade” interna de um segmento para com outro entre tantos outros fatores. Nosso intuito é auxiliar essa profissional a desenvolver com maior destreza e primazia seu papel na instituição onde trabalha, para que os gestores tenham menos problemas administrativos e financeiros com a troca de seus funcionários.

                      QUALIDADE POR UM PREÇO INACREDITÁVEL! 
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sábado, 17 de janeiro de 2015

No livro APRENDENDO A VIVER, surge uma seleção das crônicas mais confessionais escritas por CLARICE LISPECTOR. No texto homônimo, a escritora cita um filósofo americano chamado Thoreau, e assim transcreve:
  
                                  Thoreau era um filósofo americano que, entre coisas mais difíceis de se assimilar assim de repente, escreveu muitas coisas que talvez possam nos ajudar a viver de um modo mais inteligente, mais eficaz, mais bonito, menos angustiado. Thoreau, por exemplo, desolava-se vendo seus vizinhos só pouparem e economizarem para um futuro longínquo. Que se pensasse um pouco no futuro,estava certo. Mas "melhore o momento presente", exclamava. E acrescentava: "Estamos vivos agora". E comentava com desgosto: "Eles ficam juntando tesouros que as traças e a ferrugem irão roer e os ladrões roubar".
                                  A mensagem é clara: não sacrifique o dia de hoje pelo de amanhã. Se você se sente infeliz agora, tome alguma providência agora, pois só na sequência dos agoras é que você existe. Cada um de nós, aliás, fazendo um exame de consciência, lembra-se pelo menos de vários agoras que foram perdidos e que não voltarão mais. Há momentos na vida que o arrependimento de não ter tido ou não ter sido ou não ter resolvido ou não ter aceito, há momentos na vida em que o arrependimento é profundo como uma dor profunda. Ele queria que fizéssemos agora o que queremos fazer. A vida inteira Thoreau pregou e praticou a necessidade de fazer agora o que é mais importante para cada um de nós.
                                   Por exemplo: para os jovens que queriam tornar-se escritores, mas que contemporizavam – ou esperando uma inspiração ou se dizendo que não tinham tempo por causa de estudos ou trabalhos –, ele mandava ir agora para o quarto e começar a escrever. Impacientava-se também com os que gastam tanto tempo estudando a vida que nunca chegam a viver. "É só quando esquecemos todos os nossos conhecimentos que começamos a saber."  E dizia esta coisa forte que nos enche de coragem: "Por que não deixamos penetrar a torrente, abrimos os portões e pomos em movimento toda a nossa engrenagem?" Só em pensar em seguir o seu conselho, sinto uma corrente de vitalidade percorrer-me o sangue. Agora, meus amigos, está sendo neste próprio instante.
                                   Thoreau achava que o medo era a causa da ruína dos nossos momentos presentes. E também as assustadoras opiniões que nós temos de nós mesmos. Dizia ele: "A opinião pública é uma tirana débil, se comparada à opinião que temos de nós mesmos." É verdade: mesmo as pessoas cheias de segurança aparente julgam-se tão mal que no fundo estão alarmadas. E isso, na opinião de Thoreau, é grave, pois "o que um homem pensa a respeito de si mesmo determina, ou melhor, revela seu destino". E, por mais inesperado que isso seja, ele dizia: tenha pena de si mesmo. Isso quando se levava uma vida de desespero passivo. Ele então aconselhava um pouco menos de dureza para com eles próprios. O medo faz, segundo ele, ter-se uma covardia desnecessária. Nesse caso devia-se abrandar o julgamento de si próprio. "Creio", escreveu, "que podemos confiar em nós mesmos muito mais do que confiamos. A natureza adapta-se tão bem à nossa fraqueza quanto à nossa força". E repetia mil vezes aos que complicavam inutilmente as coisas – e quem de nós não faz isso? –, ele quase gritava com quem complicava as coisas: simplifique! simplifique!

Fica aí a dica para todos que COMPLICAM a vida!

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