segunda-feira, 26 de outubro de 2015


Absenteísmo - Hora da coordenadora conversar sobre a ausência excessiva do professor.

Absenteísmo - Hora da coordenadora conversar sobre a ausência excessiva do professor. 



1 Em particular, chame o professor para conversar. Desde o princípio, estabeleça que o objetivo é encontrar soluções para as faltas recorrentes e enfatize que ele é um profissional importante para a equipe e para o projeto educacional da escola. Procure não ser agressivo e tenha uma atitude compreensiva. 


2 Durante a conversa, apresente dados e fatos, como registros que comprovem as faltas (folhas de ponto), e explique o prejuízo que elas causam ao desempenho dos alunos (mostrando os resultados do bimestre, as avaliações dos alunos e as taxas de reprovação). Demonstre também que você está atento, relatando ocasiões em que observou a ausência dele. 


Peça uma explicação para as faltas. 



Faça as perguntas necessárias até que estejam claras as razões das ausências. Em seguida, coloque-se à disposição para ajudar. 



Encontre, em parceria com o professor, alternativas para cessar as faltas ou 
minimizá-las e caminhos para que ele possase sentir novamente motivado a trabalhar. 



Procure sair da reunião com alguns acordos firmados com o docente. 



7 Encerre a conversa reafirmando mais uma vez a importância do professor para você, para a equipe e para a escola.


Veja mais em:  http://gestaoescolar.abril.com.br/formacao/como-acabar-falta-professores-absenteismo-gestao-equipe-539181.shtml

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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

20 dicas para conseguir a nota máxima na redação

 

20 dicas para conseguir a nota máxima na redação

Alguns cuidados na hora de começar a redação podem fazer toda a diferença no resultado final. A redação do ENEM é muito mais técnica do que muitos consideram, sendo que existe até mesmo uma fórmula criada peloMEC/INEP para a correção do texto, portanto preste atenção no seguinte:
1.     Faça a redação primeiro: A redação é aplicada no último dia do ENEM, e fica localizada na parte final da prova. Os candidatos, portanto, acabam deixando para fazê-la apenas após responderem todo o caderno de humanidades. Ao seguir este cronograma, o aluno chega até a redação já esgotado mentalmente, após ter respondido dezenas de questões com textos realmente extensos e que exigiam interpretação. Não se importe com a ordem. Vá primeiro para a redação.
2.     Cuidado com palavras difíceis: Como dito antes, a redação do ENEM é muito mais técnica do que as pessoas consideram. O examinador não quer saber de um candidato com vocabulário rebuscado, mas sim de um candidato que saiba expor suas ideias com eficácia. Opte por um vocabulário simples e que transmita seu argumento.
3.     Mantenha a estrutura: Uma coisa que atrapalha muito é a falta de estrutura textual. A redação do ENEM, assim como qualquer redação, exige início, meio e fim. Dedique algumas linhas, separando um parágrafo ou dois para introduzir o tema e contextualizá-lo. Desenvolva seu argumento, apontando uma solução nos parágrafos seguintes, mas não se esqueça de reservar um ou dois parágrafos para a conclusão.
4.     Tome cuidado com a coerência: Coerência é a linha do raciocínio, aquilo que faz a ideia ter sentido. Uma redação coerente mantém sua linha de raciocínio e uma lógica textual. Se atenha a conclusão de pensamentos e tome cuidado para não pular de uma ideia para outra com brusquidão ou propor soluções inviáveis, irreais ou radicais demais. Lembre-se de manter a coerência do pensamento.
5.     Atenha-se à coesão: A coesão caminha diretamente ligada à coerência e à estrutura textual. Coesão é uma forma de sentido, mas estrutural. Um texto pode ser coerente, mas não ser coeso, da mesma forma como o inverso se aplica. Manter a coesão textual é saber manter o assunto na linha, tratando-o ponto a ponto. Sem pular de um ponto A para um ponto F e então voltar ao ponto B.
IMAGEM: DIVULGAÇÃO (EXEMPLO DE REDAÇÃO QUE RECEBEU NOTA 1000 NO ENEM)
6.   Não troque o certo pelo duvidoso: Se você não sabe a grafia correta de uma palavra, procure um sinônimo que possa utilizar e que você tenha certeza de como se escreve. Tente não cair nas armadilhas fonéticas.
7.     Fuja das armadilhas do título: Toda redação deve ter um título, esta é uma lição essencial que todos aprendem em suas aulas de redação, mas a maior armadilha, onde muitos candidatos caem é a tentação de reproduzir o enunciado da redação como título, ou utilizar parte dos textos de base. Pense em um título que tenha ligação com a sua ideia e que a transmita com clareza e nunca repita frases do enunciado.
8.     Citar nem sempre é a melhor estratégia: Os examinadores querem saber o seu argumento, não o argumento de Sartre ou de Oscar Wilde. Citações, em vez de enriquecerem sua redação, empobrecem.
9.     Não se esqueça de argumentar: A redação do ENEM é dissertativa-argumentativa, não apenas dissertativa. A banca organizadora espera que o candidato saiba argumentar, expor sua ideia, demonstrar como seu argumento pode solucionar o problema exposto. Apresente seus pontos, argumente com firmeza e sempre conduza sua redação a uma proposta.
10.  Demonstre uma solução viável: O tema sempre abordará algum problema social, cabe ao candidato apresentar uma solução que, caso fosse aplicada ao problema, teria sua execução vista como viável. Não adianta propor uma solução utópica ou fantasiosa. A ideia é apresentar uma solução aplicável.
11.  Evite utilizar subterfúgios como Ironia ou Sarcasmo: A redação do ENEM não abre espaço para estes recursos, que além de fugirem da proposta inicial, ainda apresentam falta de etiqueta e respeito com o examinador.
12.  Esteja atento à pontuação: Um texto deve ser pontuado, sendo que é necessário saber quais os tipos de pontuação aplicáveis a cada caso. Um texto com excesso de pontuação se torna cansativo, além de dar a impressão que o interlocutor estava correndo e ficou sem fôlego. Um texto com ausência de pontuação se torna difícil de ler, pois funciona como se tudo devesse ser dito em um único fôlego.
13.  Não separe o sujeito do verbo: Ainda relativo à pontuação, o sujeito nunca deve ser separado do verbo. A menos que eles componham duas frases completamente diferentes, não deve haver pontuação entre eles. O maior erro está na colocação de virgula entre o sujeito e o verbo. Quando realmente há separação, use colocar ponto de seguimento para demonstrar que realmente se trata de outra oração.
Exemplo: “A mestra, age sem dizer nada” – Nesta frase houve separação do sujeito e do verbo. Esta pontuação não deve existir e é considerada um erro gramatical.
14.  A eterna dúvida da crase: uma dúvida que muitas pessoas possuem gira em torno da colocação de crase. Existem algumas dicas úteis para crasear que valem a pena decorar:
1.     Crase indica lugar, portanto decore esta rima: “Se eu vou À e volto DA, crase há. Se eu vou A e volto DE, crase para quê”? – Veja como o a fica na frase, encaixe-o nesta rima. Um exemplo: Se eu vou A São Paulo e volto DE São Paulo não há crase. Se eu vou À praia e volto DA praia, então pode crasear sem medo.
2.     Às vezes SEMPRE se craseia: Quando escrever a frase “às vezes” lembre-se que esse “às” sempre será craseado.
3.     Quando o a se repetir: A crase nada mais é do que a repetição da letra A, como no exemplo “a aquela altura”, quando houver esta repetição de “As”, retire o artigo “a” e craseie o a da palavra. Desta forma a frase fica: “àquela altura”.
15.  Não confunda “mas e mais”: Lembre-se sempre que Mais indica adição, uma soma: Um mais Dois é igual a três. Mas por outro lado é uma conjunção coordenativa adversativa. O que significa isso? “Mas” cumpre 3 papeis, ele une duas ideias, coloca ordem em uma frase e apresenta uma ideia diversa, que se opõe ou diverge à primeira. “Eu gosto de cor de rosa, mas ela gosta de azul”. Outras palavras que servem como conjunção coordenativa adversativa são: porém, entretanto, contudo, todavia, portanto, embora.
16.  Sempre coloque virgula antes da conjunção: Nos exemplos de conjunções acima mencionados, é importante que o estudante sempre se lembre de colocar virgula antes da conjunção: “Eu estava lá, mas ela não estava”, “eu fiquei esperando, porém ele não apareceu”, “Fizeram o melhor possível, porém não foram reconhecidos”. Isso ocorre porque há, obrigatoriamente, a separação das ideias motivada pela oposição. Conjunções sempre carregam esta virgula.
17.  Nunca rasure: Um dos erros que mais tira pontos em uma redação é a rasura. Use a folha de rascunhos da forma que bem quiser. Rabisque, risque, rasure, mas tenha todo cuidado do mundo na hora de passar a redação para a folha definitiva, pois esta não deve possuir qualquer espécie de rasura.
18.  Não termine sua redação com a palavra “fim”: A redação do ENEM é uma redação dissertativa-argumentativa, não uma redação narrativa. Nunca se encerra uma dissertação com a palavra “fim”. O fim deve estar claro. Deve ser um ponto final sobre o assunto e mostrar ao examinador que realmente acabou ali.
19.  Organize seu tempo: O melhor é iniciar a prova com a redação, mesmo que apenas o rascunho, mas se decidir fazê-la apenas após a prova objetiva, reserve pelo menos meia hora para transcrever sua redação para a folha definitiva.
20.  Mantenha a calma: O nervosismo é o pior inimigo em uma prova ou redação. Mantenha a calma, este é único jeito de se sair bem. Como o livro do Guia do Mochileiro das Galáxias sabiamente aconselha: “Não entre em Pânico”.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Desde quando conheces sua criança interior?

Conheça a criança "interna" que existe dentro de você e a criança "externa" que você tem! 



Excelente para treinar seu Espanhol! 

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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Um corpo com asas- Rubem Alves (primavera)


Um corpo com asas de Rubem Alves.
Livro: A alegria de ensinar, pág. 65.

A primavera iniciará dia 23 desse mês. A estação é marcada por flores, cheiros, aromas, sensações de bem-estar e nos trás a brisa do florescimento. Junto com ela vêm as borboletas que se aproximam dos lindos jardins e transcendem voos inesgotáveis. Gostaria de compartilhar com todos aqueles que acreditam que “pensar é voar. Voar com o pensamento é sonhar” nas palavras sábias de Rubem Alves. Compartilhe com sua equipe esse desejo, para que deixem de “viver agarrado à folha que comem... talvez por medo... porque não sejam mais capazes de voar e sonhar. Tornando-se gordas lagartas, que não têm coragem de se desprender das seguras folhas onde rastejam”. Ótimo início de uma nova estação.     
             
               Casulos… Vários deles apareceram colados à parede de minha casa. Lá dentro, eu sabia, se encontravam lagartas que dias antes haviam comido folhas das plantas do meu jardim. Enquanto dormiam, espantosas transformações aconteciam com os seus corpos. As criaturas aladas que antes moravam nelas apenas como sonhos estavam se tornando realidade. Metamorfoses. Eu os deixei onde estavam, intocados, e vigiei, pois não queria perder o evento mágico. Tive sorte. Pude ver o momento em que um dos casulos se rompeu. Tímida, fraca e desajeitada, sem saber direito o que fazer com a sua nova forma, uma borboleta apareceu. Suas asas se abriram, mostrando delicados desenhos coloridos. O tempo não me permitiu ficar, para ver tudo. Quando voltei, ela não estava mais lá. Seguira seu novo destino de voar à procura e flores. Se o mundo da lagarta não era maior que a folha que comia, o universo da borboleta era o jardim inteiro. Iria, flutuando ao vento, por espaços com que uma lagarta não podia sonhar.
                Pois é: a Mariana também está saindo do casulo. .A cada dia que passa vejo suas asas crescerem: novos desenhos, novas cores, vôos cada vez mais distantes. Está se transformando em borboleta.
                 Não! BorboLETRA…
                 Ela aprendeu a falar, e as palavras lhe deram asas. Até se esqueceu das bolinhas. De repente elas ficaram pouco para o muito que cresceu dentro de sua cabeça.
                 Enquanto brincava com as bolinhas ela não era muito diferente de um gatinho que também gosta de brincar com bolinhas. Seu corpo se movia colado às coisas, rente ao chão. Mas ao aprender a usar as palavras ela começou a voar por espaços infinitos, como a borboleta.
                 Palavras, coisas etéreas e fracas, meros sons. No entanto, é delas que o nosso corpo é feito. O corpo e a carne ‘e o sangue metamorfoseados pelas palavras que aí moram. Os poetas sagrados sabiam disto e disseram que o corpo não é feito só de carne e sangue. O corpo e a Palavra que se fez carne: um ser leve que voa por espaços distantes, por vezes mundos que não existem, pelo poder do pensamento. Pensar é voar. Voar com o pensamento é sonhar. Lembram-se das palavras de Valéry? “O pensamento é o trabalho que faz viver em nós aquilo que não existe.” E ele pergunta: “Mas, que somos nós sem o socorro do que não existe?” É o poder de sonhar que nos torna humanos.
              É nisto que a psicanálise acredita. Somos sonhos cobertos de carne. Por isto que, diferente dos médicos, que apalpam, olham, examinam e medem os sintomas físicos do corpo, ela se dedica a ouvir as palavras. Pois é nelas que moram as coisas que não existem, os sonhos, os pensamentos que nos fazem voar. Sem prestar muita atenção ao rastejar da lagarta, ela procura ver a forma dos movimentos que a borboleta desenha no ar por meio das palavras. Ela sabe que o visível, a carne, é apenas uma fina superfície em cujo interior existe um mundo encantado. Corpo, lagoa… Na superfície, os reflexos do mundo de fora: as árvores, as nuvens, as montanhas…Mas se, libertados do fascínio dos olhos, pararmos para ouvir as palavras que saem de suas profundezas, como bolhas, poderemos ter vislumbres de criaturas invisíveis, peixes coloridos, catedrais submersas, plantas desconhecidas, histórias de amor e de terror.
              A Mariana aprendeu a falar. Ela ganhou o poder de voar pelos mundos que moram nas palavras. Ouve histórias. Aquelas que sempre foram contadas: Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, Branca de Neve… O mundo da sua fantasia se liberta dos limites do casulo. Pouco importa que nunca tenham acontecido, as histórias. “Se descreves o mundo tal qual é”, dizia Tolstoi, “não haverá em tuas palavras senão muitas mentiras e nenhuma verdade”. As palavras nos dizem que estamos destinados a voar, a saltar sobre abismos, a visitar mundos inexistentes: “pontes de arco-íris que ligam coisas eternamente separadas”.
Pelo poder da palavra
ela pode agora navegar com as nuvens,
visitar as estrelas,
entrar no corpo dos animais,
fluir com a seiva das plantas,
investigar a imaginação da matéria,
mergulhar no fundo de rios e de mares,
andar por mundos que há muito deixaram de existir,
assentar-se dentro de pirâmides e de catedrais góticas,
ouvir corais gregorianos,
ver os homens trabalhando e amando,
ler as canções que escreveram, aprender das loucuras do poder,
passear pelos espaços da literatura, da arte, da filosofia, dos números,
lugares onde o seu corpo nunca poderia ir sozinho…
“Corpo espelho do universo! Tudo cabe dentro dele!”

            Não é à-toa que a Adélia Prado tenha dito que “erótica é a alma”. Enganam-se aqueles que pensam que erótico e o corpo. O corpo só é erótico pelos mundos que

moram nele. A erótica não caminha segundo as direções da carne. Ela vive nos interstícios das palavras. Não existe amor que resista a um corpo vazio de fantasias.
Um corpo vazio de fantasias é um instrumento mudo, do qual não sai melodia alguma. Por isto que Nietzsche disse que só existe uma pergunta a ser feita quando se
pretende casar: “Continuarei a ter prazer em conversar com esta pessoa, daqui a 30 anos?”
será o fascínio, maior será o número de melodias que saberá tocar, maior será a possibilidade de amar, maior será a felicidade.


                É nisto que a psicanálise acredita. Somos sonhos cobertos de carne. Por isto que, diferente dos médicos, que apalpam, olham, examinam e medem os sintomas físicos do corpo, ela se dedica a ouvir as palavras. Pois é nelas que moram as coisas que não existem, os sonhos, os pensamentos que nos fazem voar. Sem prestar muita atenção ao rastejar da lagarta, ela procura ver a forma dos movimentos que a borboleta desenha no ar por meio das palavras. Ela sabe que o visível, a carne, é apenas uma fina superfície em cujo interior existe um mundo encantado. Corpo, lagoa… Na superfície, os reflexos do mundo de fora: as árvores, as nuvens, as montanhas…Mas se, libertados do fascínio dos olhos, pararmos para ouvir as palavras que saem de suas profundezas, como bolhas, poderemos ter vislumbres de criaturas invisíveis, peixes coloridos, catedrais submersas, plantas desconhecidas, histórias de amor e de terror.
                 A Mariana aprendeu a falar. Ela ganhou o poder de voar pelos mundos que moram nas palavras. Ouve histórias. Aquelas que sempre foram contadas: Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, Branca de Neve… O mundo da sua fantasia se liberta dos limites do casulo. Pouco importa que nunca tenham acontecido, as histórias. “Se descreves o mundo tal qual é”, dizia Tolstoi, “não haverá em tuas palavras senão muitas mentiras e nenhuma verdade”. As palavras nos dizem que estamos destinados a voar, a saltar sobre abismos, a visitar mundos inexistentes: “pontes de arco-íris que ligam coisas eternamente separadas”.
Pelo poder da palavra
            O corpo de uma criança e um espaço infinito onde cabem todos os universos. Quanto mais ricos forem estes universos, maiores serão os vôos da borboleta, maior
            Por vezes, entretanto, acontece uma metamorfose ao contrário: as borboletas voltam ao casulo e se transformam em lagartas. Porque voar é fascinante, mas perigoso. É preciso que não se tenha medo de flutuar sobre o vazio com asas frágeis. É mais seguro viver agarrado à folha que se come. E eu me pergunto sobre o que aconteceu conosco. Pois um dia fomos como a Mariana, borboletas aladas, em busca de espaços sem limites. Talvez, por medo, tenhamos abandonado as asas. Talvez, por medo, já não sejamos capazes de voar e sonhar. Gordas lagartas, que não têm coragem de se desprender das seguras folhas onde rastejam...
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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Seriando e classificando com materiais simples.

Seriando e classificando

Que tal seriar e classificar com esses materiais: vasilhas de plástico coloridas, estilete e botões com cores semelhantes aos das vasilhas!   
A ideia aqui é que os potes tenham aberturas como “cofres de moedas”. Sendo assim, você precisa de um estilete para fazer a abertura. Experimente!! 



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